Informação do seu jeito
Permalink Responder até Claudia Martins em 14 maio 2012 at 18:27
Leia clicando no link abaixo:
http://correionago.ning.com/profiles/blogs/13-de-maio-de-1888-um-po...
Não vejo libertação e o que deixa-me bastante preocupado é o que está acontecendo nas nossas escolas públicas onde a maioria é negra, o descaso para com a educação e a letargia presente.
Permalink Responder até Claudia Martins em 16 maio 2012 at 19:10
Concordo plenamente com você, Jaguaracy.
A educação pública da Bahia está mergulhada num completo caos. Estamos no govertno do PT. Quem imagiinaria isso ? Cadê os parlamentares negros? A propósito, leia essa reflexão:
Repassando I
Partilhando, para nossa reflexão.
Kathia Marise B. Sales
Professora Assistente da UNEB
Mestre em Mídia e Conhecimento
Doutoranda em Difusão do Conhecimento
Gerência de Desenvolvimento de Educação a Distância
GDEAD/PROGRAD/UNEB
Assunto: CONTRA QUEM JAQUES WAGNER ESTÁ LUTANDO*
Luís Gama definiu assim, sua mãe, Luísa Mahin: “Minha mãe era baixa,
magra, bonita, a cor de um preto retinto sem lustro, os dentes eram
alvíssimos, como neve. Altiva, generosa, sofrida e vingativa. Era
quitandeira e laboriosa”. Hoje, Luís Gama é um conhecido abolicionista
baiano. Dona Luísa, poucos conhecem.
Poucos sabem que ela transformou sua casa em quartel general para
encontros que prepararam o Levante dos Malês (1835), a Sabinada(1837).
Ela, e muitas outras anônimas das quais a História não fala. Das quais
os livros didáticos não registram o nome. Mulheres negras como
Zeferina, líder do quilombo do Urubu, na Bahia (1826); Emereciana,
Gertrudes, Maria das Chagas, Maria da Conceição, Agostinha, Tereza,
Ana Romana, Domingas Maria do Nascimento, Luiza Franscisca Araujo,
Lucrecia Maria Gercent, Vivência. Todas elas envolvidas no levante
dos Malês e na Revolta dos Búzios, importantes movimentos de luta
contra a escravidão, de resistência à opressão e luta pela liberdade.
> Mulheres silenciosas que, com sua ação cotidiana, deveras
> corriqueiras, levavam e traziam informações em seus tabuleiros, nos
> seus bustos fartos, enrolados nas anáguas. Suas casas recebiam
> reuniões e conspirações à boca da noite, escondiam negros fugidos.
Seus olhos e ouvidos atentos na casa dos brancos rendiam informações
valiosas.
> Sem elas a História não seria a mesma. Mulheres sofridas, privadas de
> liberdade, separadas de seus filhos e maridos, assediadas por seus
> senhores. Mas, resistentes. Incansáveis. Pacientes. Valentes!
No século XX vimos mãe Aninha, mãe Menininha, mãe Estela, entre tantas
Jaguaracy Conceição disse:
Não vejo libertação e o que deixa-me bastante preocupado é o que está acontecendo nas nossas escolas públicas onde a maioria é negra, o descaso para com a educação e a letargia presente.
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