3 de Maio de 1888: um povo, uma lei, um artigo, uma frase. Quantos destinos? Que libertação ?

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Não vejo libertação e o que deixa-me bastante preocupado é o que está acontecendo nas nossas escolas públicas onde a maioria é negra, o descaso para com a educação e a letargia presente.

Concordo plenamente com você, Jaguaracy. 

A educação pública da Bahia está mergulhada num completo  caos. Estamos no govertno do PT. Quem imagiinaria isso ? Cadê os parlamentares negros? A propósito, leia essa reflexão: 

Repassando I
Partilhando, para nossa reflexão.
Kathia Marise B. Sales
 Professora Assistente da UNEB
 Mestre em Mídia e Conhecimento
 Doutoranda em Difusão do Conhecimento
Gerência de Desenvolvimento de Educação a Distância
GDEAD/PROGRAD/UNEB


Assunto:  CONTRA QUEM JAQUES WAGNER ESTÁ LUTANDO*

Luís Gama definiu assim, sua mãe, Luísa Mahin: “Minha mãe era baixa,
magra, bonita, a cor de um preto retinto sem lustro, os dentes eram
alvíssimos, como neve. Altiva, generosa, sofrida e vingativa. Era
quitandeira e laboriosa”. Hoje, Luís Gama é um conhecido abolicionista
baiano. Dona Luísa, poucos conhecem.

 Poucos sabem que ela transformou sua casa em quartel general para
encontros que prepararam o Levante dos Malês (1835), a Sabinada(1837).
Ela, e muitas outras anônimas das quais a História não fala. Das quais
os livros didáticos não registram o nome. Mulheres negras como
Zeferina, líder do quilombo do Urubu, na Bahia (1826); Emereciana,
 Gertrudes, Maria das Chagas, Maria da Conceição, Agostinha, Tereza,
 Ana Romana, Domingas Maria do Nascimento, Luiza Franscisca Araujo,
 Lucrecia Maria Gercent, Vivência.  Todas elas envolvidas no levante
 dos Malês e na Revolta dos Búzios, importantes movimentos de luta
contra a escravidão, de resistência à opressão e luta pela liberdade.

> Mulheres silenciosas que, com sua ação cotidiana, deveras
> corriqueiras, levavam e traziam informações em seus tabuleiros, nos
> seus bustos fartos, enrolados nas anáguas. Suas casas recebiam
> reuniões e conspirações à boca da noite, escondiam negros fugidos.
 Seus olhos e ouvidos atentos na casa dos brancos rendiam informações
 valiosas.

> Sem elas a História não seria a mesma. Mulheres sofridas, privadas de
> liberdade, separadas de seus filhos e maridos, assediadas por seus
> senhores. Mas, resistentes. Incansáveis. Pacientes. Valentes!

 No século XX vimos mãe Aninha, mãe Menininha, mãe Estela, entre tantas

Jaguaracy Conceição disse:

Não vejo libertação e o que deixa-me bastante preocupado é o que está acontecendo nas nossas escolas públicas onde a maioria é negra, o descaso para com a educação e a letargia presente.

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