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Quando falamos de pan-africanismo acham ruim, mas o pan-caucasianismo pode!? humpf!

"Dilma Rousseff – uma história búlgara”, diz a manchete da revista Uma nova revista búlgara, a “Hello!”, produto da marca espanhola de periódicos de fofoca “Hola!”, aproveitou a onda de popularidade…Continuar

Tags: Brasil

Iniciado por Paulo Rogério 13 Jan, 2011.

Qual a causa de tantas guerras civis no continente africano? Dê sua opinião.

Conflitos étnicos, pobreza, falta de democracia, interesses neocoloniais? Qual desses motivos causa mais problemas em termos de conflito no continente africano?

Tags: guerras, africa

Iniciado por Instituto Mídia Étnica 7 Jan, 2011.

Qual sua opinião sobre a política do governo Lula para o continente africano? 1 resposta 

No governo Lula as relações sul-sul têm se itensificado, em especial com o continente africano. Temos grandes empresas públicas lá como Embrapa e Petrobras e outras privadas como a Odebrecht.. Qual…Continuar

Iniciado por Paulo Rogério. Última resposta de Michel Chagas 19 Abr, 2010.

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Comentário de Instituto Mídia Étnica em 15 janeiro 2011 às 12:11
Presidente da Tunísia abandona o país depois de 23 anos no poder

Ex-presidente Zine al-Abidine Ben Ali
O presidente da Tunísia, Zine al-Abidine Ben Ali, deixou o cargo depois de 23 anos no poder. O primeiro-ministro, Mohammed Ghannouchi, está assumindo as funções interinamente, segundo informou a BBC. Ben Ali, de 74 anos, era a apenas o segundo presidente desde a independência do país, um protetorado da França até 1956, e governava com poderes ditatoriais. Segundo agências internacionais, ele teria deixado a Tunísia, com destino ignorado, antes do aeroporto da capital Tunis ser isolado pelas forças armadas.

De acordo com a Voz da América, foi declarado estado de emergência na Tunísia. Reuniões estão proibidas e a polícia está autorizada a atirar nos transgressores. Novos protestos nas ruas de Tunis mobilizaram milhares de manifestantes nesta sexta-feira (14) para pedir o afastamento do presidente que, na véspera, havia anunciado que não concorreria à reeleição em 2014. Mais uma vez, houve choques com a polícia, que agiu soltando bombas de gás lacrimogêneo. Ontem (13), Ben Ali foi à televisão dizer que “entende” os pedidos por mais liberdade de expressão e anunciou o desbloqueio de sitesda internet e o fim do escrutínio sobre a mídia. Oficialmente, 23 pessoas morreram desde dezembro, quando começou a onda de protestos contra o aumento no custo de vida e a falta de empregos na Tunísia. Organizações civis, porém, falam em, pelo menos, 60 mortos. (Agência Brasil)
Comentário de Instituto Mídia Étnica em 15 janeiro 2011 às 11:32
NEPAD, reúne Comitê Diretor na Etiópia

O Diretor Executivo do NEPAD e o ex-chanceler Celso Amorim.
O Comitê Diretor do NEPAD (Nova Parceria para o Desenvolvimento da África), se reunirá nos próximos dias 22 e 23, em Addis Abeba, capital da Etiópia, para o lançamento do Plano de Ação para a África.
O evento, 41º do Comitê, será efetuado paralelamente à 16ª Reunião dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana (UA) na presença dos representantes da Comissão Econômica das Nações Unidas para África.
Os países do Continente Africano reunidos em 2001 decidiram criar um órgão específico para explicar quando necessário ao Mundo, quaisquer dúvidas sobre as políticas desenvolvidas nos respectivos países em todos os segmentos de atividades , o NEPAD que significa A Nova Parceria Para o Desenvolvimento da África, para que aos olhos da população do Globo Terrestre não se cultue qualquer preconceito e uma visão distorcida das tradições, desenvolvimento social e econômico, cultura, direitos civis, turismo, direitos humanos e quaisquer outros pontos que se façam necessários os esclarecimentos, com a preocupação constante de promover o desenvolvimento nas Nações africanas.
Uma delegação do NEPAD, chefiada pelo Diretor Executivo da instituição Ibrahim Mayak, esteve recentemente em visita ao

Brasil, quando foi recebida pelo ex-chanceler Celso Amorim, em Brasília. Fonte: ANTONIO LUCIO//BUREAU POLCOMUNE

http://africas.com.br/site/index.php/archives/7158
Comentário de Paulo Rogério em 15 dezembro 2010 às 0:06
EUROPA
Primeiro parlamentar negro toma posse na Polônia


Godson foi eleito para o Parlamento polonês depois de morar por 17 anos no país

O primeiro parlamentar negro da Polônia, John Abraham Godson, tomou posse do cargo oficialmente nesta terça-feira.

Godson nasceu e foi criado na Nigéria e se mudou para a Polônia na década de 90. Ele se casou com uma polonesa e, com isso, conseguiu a cidadania polonesa.

A cerimônia de posse foi transmitida ao vivo pelos canais de televisão do país.

De acordo com o correspondente da BBC em Varsóvia Adam Easton, existem apenas 4 mil negros entre os 38 milhões de poloneses e Godson tem sido o alvo de muita atenção da imprensa do país.

A Polônia é um país predominantemente branco e católico e as eleições de Godson e do primeiro conselheiro gay, em Varsóvia, são vistas como um marco na política e na sociedade do país, segundo Easton.

Racismo

Desde que se mudou para a Polônia, na década de 90, Godson trabalhou primeiramente como professor e, em seguida, como pastor em uma igreja protestante. O parlamentar se casou com uma polonesa e hoje eles têm quatro filhos.

Godson afirma que já enfrentou racismo na Polônia.

"A cor da pele foi um problema. Foi no começo. Eu fui espancado mas isto aconteceu apenas duas vezes. Mas, você sabe, às vezes você ouve alguém te chamando de alguns nomes, ou falando coisas ruins, mas isto está mudando, de uma forma positiva", afirmou.

O parlamentar afirma também que notou que as atitudes em relação à raça mudaram muito desde que a Polônia se juntou à União Europeia, há seis aos.

Milhões de poloneses foram trabalhar fora do país e tiveram contato com culturas diferentes.

O correspondente da BBC em Varsóvia destaca que o racismo ainda é um problema na Polônia, mas o exemplo de Godson ilustra como a sociedade polonesa está mudando rapidamente.
Comentário de Paulo Rogério em 12 dezembro 2010 às 20:49
Um referendo em 9 de janeiro pode concretizar a separação do sul do Sudão, e reiniciar o conflito mais sangrento desde o fim da Segunda Guerra Mundial
JOSÉ ANTONIO LIMA

PELA SEPARAÇÃO Sudaneses do sul fazem manifestação em Jubá, a capital do sul, na sexta-feira (9), exatamente um mês antes do referendo. Mãos espalmadas são o símbolo da separação que estará impresso nas cédulas
No início de outubro, o astro de Hollywood George Clooney passou uma semana no maior país da África, o Sudão, visitando a região do sul e conversando com líderes locais. Ao voltar para os Estados Unidos, o ator dialogou com políticos americanos, entre eles o presidente Barack Obama. Seu recado era claro. “Estávamos atrasados no Congo, estávamos atrasados em Ruanda, estávamos atrasados em Darfur. Essa é uma oportunidade para evitar o massacre antes que ele ocorra”, disse o galã. O temor de Clooney, e de boa parte da comunidade internacional, é que o resultado do referendo programado para 9 de janeiro, no qual o sul do Sudão pode conseguir a secessão do norte, provoque a retomada de uma guerra civil que tem o nada nobre posto de maior matança desde a Segunda Guerra Mundial.

O medo da guerra é provocado por uma equação simples. O governo central, baseado em Cartum, a capital do Sudão, não quer a separação. Enquanto isso, há uma clara indicação de que os sudaneses do sul vão votar pela separação. A secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, cuja função exige parcimônia nas palavras, declarou em setembro ser “inevitável” a separação, e chamou o Sudão de “bomba-relógio”. Por trás do movimento separatista está o medo dos habitantes do sul, majoritariamente negros, cristãos e animistas, de permanecerem como cidadãos de segunda classe diante do norte, de maioria árabe e muçulmana. A dominação política, econômica e social do norte gerou a primeira guerra civil do Sudão, entre 1955 – um ano antes da independência da Inglaterra – e 1972. Dez anos de armistício acabaram em 1983, quando Cartum decidiu rever o acordo de paz e implantar a sharia – a lei islâmica – em todo o território. A revolta separatista do sul foi contida com violência, e o número estimado de mortes passa de dois milhões. Os refugiados seriam quatro milhões. A frágil paz que vigora hoje é baseada no Acordo de Paz Abrangente (CPA, na sigla em inglês), assinado em 2005, que deu autonomia ao sul por cinco anos e programou o referendo para janeiro.

Saiba mais
»No Brasil, Graça Machel diz que “há mais esperança na África do que jamais houve”
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»Chimamanda Ngozi Adichie: “A África não é só miséria”
»Como ser jovem e branco na África do Sul
»Uma nova e próspera África está surgindo
»Dambisa Moyo - “A ajuda não faz bem à África”
O comportamento do governo de Cartum, chefiado por Omar al-Bashir, é o principal fator de preocupação. Bashir, que chegou ao poder em um golpe militar aplicado em 1989 com a ajuda de grupos islâmicos fundamentalistas, tem contra si um mandado de prisão expedido pelo Tribunal Penal Internacional, órgão da ONU, por conta de crimes de guerra e contra a humanidade. As sete acusações dizem respeito ao conflito de Darfur, uma região do tamanho da França no oeste do Sudão, cujos líderes também pegaram em armas para lutar contra a opressão árabe. Outro motivo que torna Bashir alvo de desconfiança da comunidade internacional é sua aliança com o Irã. Nos últimos anos, o Sudão teria se tornado um distribuidor de terrorismo, abrindo espaço para treinamentos do Hamas e servindo de base para o tráfico de armas para extremistas na Somália, no Iêmen, no Líbano e nos territórios palestinos ocupados. Uma denúncia recente feita pela oposição diz que o Irã teria uma fábrica de armas na periferia de Cartum. Verdadeira ou não a acusação, é fato conhecido que, no início de 2009, a Força Aérea de Israel fez três ataques em território sudanês a veículos que levavam armas iranianas para o Hamas.

“Pelo histórico do Sudão, é bastante difícil acreditar, primeiro, que o referendo vai ocorrer na data e, segundo, que o desfecho se dará sem violência”, diz Claudio Oliveira Ribeiro, especialista em África da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. “A população não tem o hábito do voto, da escolha, e a militarização e a guerra são as práticas normais no Sudão”, diz.

A disputa pelo petróleo do Sudão
O ceticismo de Ribeiro encontra base em fatos recentes ocorridos no país. O acordo de paz de 2005 prevê que a região de Abyei, na divisa entre o norte e o sul, realize um referendo especial para decidir com qual dos lados ficará. Nesta semana, as autoridades sudanesas confirmaram que a consulta à população de Abyei está adiada por tempo indeterminado. Uma comissão de referendo ainda não foi formada e não há acordo nem sobre qual parte da população deve votar. Em dois outros Estados da divisa – Nilo Azul e Cordofão do Sul – consultas populares sem valor de referendo estavam previstas no acordo de paz, mas elas não vão ocorrer. Como as populações de ambos são majoritariamente ligadas ao sul, elas temem ser alvos de ataques uma vez que o sul se separe. Ribeiro lembra ainda que o presidente Omar al-Bashir vem dando “sinais confusos” sobre qual será sua postura diante do resultado do referendo e que as tensões têm crescido na região. Em 14 de novembro e 8 de dezembro, Cartum bombardeou o território do sul. Na primeira oportunidade, o governo disse que errou o alvo ao perseguir rebeldes de Darfur. Depois, negou o ataque.
Comentário de Paulo Rogério em 5 dezembro 2010 às 9:07
ÁFRICA
Ex-presidente sul-africano chega à Costa do Marfim para mediar crise

Folha.

Thabo Mbeki já havia mediado o fim da guerra civil no país

O ex-presidente sul-africano Thabo Mbeki chegou neste domingo à Costa do Marfim como representante da União Africana, para tentar mediar um fim à crise política no país após as eleições presidenciais da semana passada.

O presidente Laurent Gbagbo e o candidato opositor Alassane Ouattara se declararam vencedores da eleição e tomaram posse no sábado em cerimônias separadas.

A confusão foi criada após a Corte Constitucional do país ter alterado na quinta-feira o resultado anunciado pela Comissão Eleitoral Independente, que havia dado a vitória a Ouattara, com 54% dos votos.

Ouattara tem o apoio da comunidade internacional, que pede a Gbagbo que aceite a derrota. ONU, Estados Unidos, França e o bloco de nações do oeste africano Ecowas estão entre os que manifestaram apoio aos resultados anunciados pela Comissão Eleitoral Independente.

No entanto, em seu discurso na cerimônia, Gbagbo, que tem o apoio do Exército e controla os meios de comunicação do país, acusou a comunidade internacional de estar interferindo nos assuntos do país e alegou estar defendendo a soberania nacional.

‘Consequências incalculáveis’

A União Africana advertiu que a crise pode ter “consequências incalculáveis” para o país, que tenta se recuperar da destruição provocada pela guerra civil entre 2002 e 2007.

Gbagbo governa o país desde 2000. Apesar de seu mandato ter vencido em 2005, as eleições presidenciais foram adiadas sob o argumento de que não havia segurança para sua realização.

Em um comunicado, a União Africana rejeitou “qualquer tentativa de criar um fato consumado ao ignorar o processo eleitoral e a vontade do povo”.

O grupo pede que todos os envolvidos “mostrem a contenção necessária e evitem tomar ações que possam exacerbar a já frágil situação”.

Mbeki, que quando era presidente da África do Sul ajudou a mediar um acordo de paz para encerrar a guerra civil na Costa do Marfim, desembarcou no aeroporto da capital, Abidjan, na manhã deste domingo.

Mas sua presença gera desconfiança na oposição marfinense, que o vê demasiadamente próximo a Gbagbo.

O correspondente da BBC em Abdijan John James diz que é difícil ver qualquer espaço para a mediação de Mbeki, já que ambos os candidatos se mostram inflexíveis em suas reivindicações de que venceram a eleição.

O temor no país é de que se não houver um acordo entre os dois, os grupos rebeldes do norte do país que apoiam Ouattara reiniciem a guerra civil em protesto.

Fraude

Ao participar da cerimônia de posse no início da tarde deste sábado, Gbagbo voltou a repetir as acusações de fraude que levaram o Conselho Constitucional a rejeitar milhares de votos do norte do país e declará-lo vencedor do pleito.

“Vocês pensam que podem trapacear, encher as urnas e intimidar os eleitores e que o outro lado não vai ver o que está acontecendo”, disse Gbagbo.

Ele também disse ter notado “casos graves de interferência” nos últimos dias, em referência às manifestações de apoio internacional a Ouattara.

“Nós não pedimos a ninguém para vir administrar nosso país. Nossa soberania é algo que eu vou defender”, afirmou.

Poucas horas depois, Ouattara, um ex-primeiro-ministro proveniente da região predominantemente muçulmana ao norte do país, tomou posse em uma cerimônia num hotel de Abidjan protegido por soldados das forças de paz da ONU.

Ele afirmou que a eleição foi “histórica” e que estava orgulhoso, mas que os últimos dias tinham sido “difíceis”.

“Mas isso é só um episódio breve. Quero dizer a vocês que a Costa do Marfim está agora em boas mãos”, disse.

Ouattara imediatamente renomeou o primeiro-ministro Guillaume Soro ao cargo. Soro havia pedido a renúncia de Gbagbo horas antes.

O primeiro-ministro, que é chefe de um grupo rebelde do norte do país, advertiu que a alteração dos resultados eleitorais ameaça as tentativas de estabilizar e reunificar o país após a guerra civil de 2002.

A crise política gerou protestos nas ruas de Abidjan e de outras cidades. Ao menos quatro pessoas morreram nos confrontos em Adidjan nesta semana.

A Costa do Marfim também ordenou o fechamento de suas fronteiras e suspendeu a transmissão de notícias de meios internacionais ao país, além de estabelecer um toque de recolher noturno.
Comentário de Paulo Rogério em 20 setembro 2010 às 19:21

Comentário de Paulo Rogério em 19 setembro 2010 às 9:27
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Comentário de Paulo Rogério em 18 abril 2010 às 10:21
Senegal e Bahia discutem parceria durante Congresso da ONU

O ministro da Justiça de Senegal, El Hadj Amadou Sall, fez uma visita oficial à sede do Governo da Bahia, no 12º Congresso das Nações Unidas sobre a Prevenção ao Crime e Justiça Criminal, que está sendo realizado no Centro de Convenções, em Salvador.

Ele foi recebido pelo gabinete da Secretaria de Justiça Cidadania e Direitos Humanos e durante o encontro, o ministro senegalês falou sobre o interesse de iniciar cooperação técnica para implementar, em Senegal, ações voltadas à facilitar o acesso à água, produção de biocombustível e mecanização da agricultura.

Ele também reforçou o convite para a Bahia participar do Festival Mundial de Artes Negras (Fesman), confirmado para o mês de dezembro.

A Secretaria reafirmou a intenção da Bahia de enviar uma delegação ao Fesman e colocou o estado à disposição para parcerias técnicas, principalmente nas áreas de acesso à água. Segundo sua avaliação, o estado tem a maior parte do território em clima semiárido e pode ajudar Senegal com suas experiências desenvolvidas na região.

Também ficou acertado que o Governo da Bahia vai buscar parcerias para criação de um vôo Salvador – Dakar. A intenção é ampliar os contatos empresariais e fomentar o turismo entre Senegal e Bahia.

Como é uma das sedes da Copa de 2014, um vôo direto facilitaria a vinda dos africanos para os jogos. Ao fim do encontro, os senegaleses foram convidados a conhecer o Pelourinho, importante ponto turístico e um dos centros da cultura negra na Bahia.
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