Qual seu poeta negr@ preferid@? Deixe sua dica aqui

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Respostas a este tópico

Landê Onawalê, autor do livro Vento e dos melhores poemas dos Cadernos Negros - Poesia. O cara broca. Adoro Calunga, Ancestrais, Quilombo e Louvor (pra Oxum). Ah, tem um pequeno, mas profundo. "Combata a violência racial, beije sua preta em praça pública". Que lindo, que forte. Salve Landê!
LUIZ CUTI, escritor e um dos fundadores da série Cadernos Negros.

TRINCHEIRA

falaram tanto que nosso cabelo era ruim
que a maioria acreditou
e pôs fim
(raspouqueimoualisoufrisoutrançourelaxou...)

ainda bem que as raízes continuam intactas
e há maravilhosos pêlos crespos
conscientes
no quilombo das regiões íntimas
de cada um de nós
Solano Trindade .
Sua obra revela sua identidade,fruto de um olhar sensível e inquietante sobre as diversas relações do sujeito.Artísta plástico ,folclorista resalta em seus versos a riqueza presente em nossas tradiçoes culturais,sem dúvida nenhuma é um escritor que merece nosso respeito.

Vulgo Elemento ,autor de Constelaçãoo de ídeias

Mano Cákis ,autor do livro Não temos muito tempo

entre outros

Cuti

Akins kintê

Roberta Estrela D'alva

Israel Neto autor de Amor banto em terras brasileiras

Sacolinha

entre vários autores com um trabalho significativo

O meu poeta preferido é Solano Trindade.

"A minha poesia continuará com o estilo do nosso populário, buscando no negro o ritmo, no povo em geral as reivindicações sociais e políticas e nas mulheres, em particular, o amor. Deixem-me amar a tudo e a todos.  Solano Trindade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MANIFESTAÇÃO

Os atabaques
me convidam pra dançar...
RUM!
Esse tum-tum me embriaga...
 
Sou filho da Bahia,
sou de raiz africana
e tocam pro meu Orixá...
Vou lá... RUM!
Esse tum-tum me arrasta...
 
Eu sou filho de Oxum
e de Oxossi, que me amam
não posso negar meu "naturá"...
Vou lá... RUM!
Esse tum-tum me domina...
 
E agora meu povo
estou aqui de novo
cantando e dançando
pro meu Orixá... 
RUM!
Eu sou neto da África.


AJ Cardiais

Agostinho Neto, Carolina Maria de Jesus, Machado de Assis, Cruz e Souza,Solano Trindade e tantos outros.

Encruzilhada
Para G.O.G.

Meu nome também é encruzilhada
Meu corpo se desloca numa terra estranha

Embora meus pés de filho nativo
Estendam suas negras raízes neste solo híbrido
Meus sentimentos íntimos
Não são de homem invisível

Minha voz é matéria viva
Ponte suspensa nas margens do precipício

Meu nome pode ser Jamaica
A origem do fim de tudo
O toque de Negus que reuniu o mundo
A renascença da Etiópia

Meu nome poderia ser América Negra do Norte
O peso da melanina do faraó
As estruturas reerguidas do Egito

Meu nome quem sabe Brasil
As convergências da dispersão
Ponta sólida do Atlântico negro
República de Zumbi dos Palmares

Meu nome é Áfricas
Sou Diásporas
Agora fim das fronteiras e transplante impossível

Porque meu lar sempre foi e será busca
Meu tempo
barco em movimento
Minha geografia
destino

:: Poema: Nelson Maca ( Esse é fera)

 

Anexos

Bom dia a todas e todos. Atualmente eu tenho curtido e aprendido muito com tudo que escreve Paula Libence.

Tenho poemas prediletos de vários poetas negros, de ilustres desconhecidos da literatura brasileira a badalados poetas. Quando o negro poeta fala de negritude, uma identificação acontece em pelo menos um dos poemas, para quem nunca leu poesia, nunca ouviu poesia, nunca foi poesia. 

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