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Cadernos Negros - poema de Cristiane Sobral

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Tags: profundo, sagaz, grito, choro, emoção

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Comentário de cristian souza de sales em 18 maio 2010 às 22:55
Hoje, Miriam Alves!
Pelas palavras que me tocam...
Comentário de Augusto Sergio São Benardo em 11 maio 2010 às 23:53
O TEMPO E A ETERNIDADE



O tempo é limite.

A eternidade, perfeição...
o limite alimenta a idéia de eternidade.

A perfeição eterna na imperfeição do tempo.

Ao tempo que as paixões olham o tempo com eternidade,

com a serenidade da perfeição;

Olho o eterno do tempo da paixão

no limite do tempo imperfeito.

Fazendo do mundo um tempo que finda...

A eternidade,

surge no tempo ao tempo que passa...

ficando para depois como algo sagrado!

A temporalidade massacra...

A eternidade deleita...

Todo amor não caberia no tempo do mundo;

caberia na eternidade...

Sem palavras e gestos quase tudo se explica.

O tempo que evitamos, oscila e mata!

Mas não se redime – firme no seu caminho...

Entre o que se quer no tempo da vida;

Um desenho de amor na eternidade...

Um perfeito caminho para a paixão.

Um imperfeito caminho para o amor

Como se não houvesse para a eternidade

o que se originou no tempo.

Como se para a paixão, a razão e a compreensão

fugissem ao tempo.

Como se o amor,

Tivesse que permanecer preso ao um tempo...

Este sentimento, pode até ser eterno.

Uma canção de múltiplas tonalidades!

As paixões!

Estas são insustentáveis...

Precisamos do que destina,

e, convictamente, compactuamos

Saibamos,

Que o perfeito do eterno é a vigência do tempo.

O tempo preciso e necessário

para a noção própria da paixão.

Façamos da paixão uma eternidade terrena...

E do tempo, uma verdade eterna e amorosa;

Sem desenhos e pinturas...

Investimos e cercamos as pessoas com o afinco lunático da paixão

O tempo,

cuida da diluição letal da possibilidade eterna.

O que fica é outra coisa distinta

Não esta coisa cega
Eternamente devemos gozar no tempo os méritos da paixão!

Se se nega tão fácil

tão fácil morre-se no tempo...

Se se abre ao universo das paixões

devemos aceitar o tempo e a eternidade!

Sérgio São Bernardo
Comentário de Sérgio Cumino em 11 maio 2010 às 20:27


BEIJO DA MÃE PRETA ESQUENTA


Na calçada sobre friagem,


A mulher beija seu filho,


No crepúsculo da garoa


Encolhidos na via


Exposto a todo perigo


Por vezes uma alma boa


Dispensa centavos na vasilha


Expõe a passarela da economia


Que ha almas fora do trilho


Que a vida é desumana


Arestas da fôrma emergente


Dispensadas nas margens


Da avenida paulistana


Sem o que estenda a mão


Sem registros nem passagem


No documento da história


Tristes seqüelas da abolição


Mãe o encosta ao colo


O presente frágil, em meio


ao passeio que foi dos Barões


Senhores do café.


Cuja mãe e filho são colheita


Da injustiça dos porões


Que deram sangue ao solo


Vicissitudes aos brasões


Recebem séculos de atrasos


A eles restaram à fé


E uma mãe que muito ama


unidos pelo afeto


de futuro nublado


colados a inércia dos tijolos


sob a marquise e sem tetos


Solo de outrora dos casarões


Envolto no trapo sagrado


acalenta , entre os seios


protegendo dos passos


dos pés de sapatos lustrados


que olham o futuro de ações


sem vir o olhar fundo ,e triste,


sem vir mãe e filho pobre,


e o corpo protegido em sua coxa


que aquece o espírito da criança


numa luta contra a avenida úmida


sem vir os sapatos lustrados que há


outros valores alem da bolsa


expostos a garoa de São Paulo,


que inspirou corações ,


hoje penetram nos ossos frágeis


de alguém que não sonha


talvez, não aprenderá a sonhar.


mãe preta se sente impotente,


mãe e seu afeto ocupam o metro


de calçada que não te pertence


é símbolo sem saber se afirmar


No mais caro metro quadrado


que tenta esconder o olhar triste


do seu pequeno inocente,




Sérgio Cumino
http://poesiasergiocumino.blogspot.com/
Comentário de TADEU BAHIA em 8 maio 2010 às 20:02
O meu poeta negro preferido é o GILBERTO GIL... sempre!
Comentário de Sérgio Cumino em 29 abril 2010 às 3:23


XANGO DEUS DOS RAIOS


Meu Pai Xangô ajude-nos
a superar esse Tornado
Porque o câncer da discórdia
Pôs a alma no limite,
A um fio de Desvanecer,
Embrutecendo. No Abismo,
Pai ajude-nos a resistir como outrora
Enfrentávamos males com veemência,
sob o signo do amor, vencíamos
tornando gente, amando melhor,
Fomos dopados por esse enxofre
Um vento estranho que surge, um bafo,
que não se sabe de onde vem
a quem venta ou porque veio,
essa força contrária que tira:
de mim, de ti, das ninas. O Amor.
Pai ajude-me a suportar a aflição
do sonho esmagado,
Da vida, dilacerada, sem chão.
Ajudai-me a suportar a dolência
do carinho que não retorna,
Fortalecei toque com magia & paixão,
para que retorne, sensação,amor e emoção,
Pai do Archote, Deus do tino,
Dê-nos saber, Alquimia.
E reviva o corpo de pedra mármore,
enfeitiçado pela discórdia mortal,
Que renasças da pedra fria,
A mágica e filosofal
Meu pai Xangô, dê-nos seu axé,
Não me faça crer!
que nossa busca foi em vão,
De viver melhor, recrescer
Sermos fênix, encantados das cinzas
Oh Amada! , De outras vidas
Peço-te,resista a esse turbilhão,
Não deixe que tornemos estranhos no ninho,
SÉRGIO CUMINO
Comentário de TADEU BAHIA em 22 abril 2010 às 20:38
Aos ilustres membros do Grupo "Poesia e Literatura",

Boa Noite!

Vamos aproveitar a deixa que o Correio Nagô nos oferece e postarmos os nossos trabalhos literários e poéticos, a fim de engrandecermos este oportuno espaço cultural que está à nossa disposição.

Atenciosamente,

TADEU BAHIA:.
Comentário de Kiusam de Oliveira em 19 abril 2010 às 8:03
Bom dia. Gosto muito do Cuti e Esmeralda Ribeiro. Mas também tenho gostado muito de mim. Recentemente tive meu livro recomendado no catálogo da FNLIJ o que levou meu livro a estar na 47th Bologna Children's Book Fair 2010. "Omo-Oba: Histórias de Princesas", Mazza Edições, 2009. Veja: www.mazzaedicoes.com.br e lá procure, inclusive o livroclip Omo-Oba e veja um trecho da história.
 

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