Informação do seu jeito
Antes que a imprensa branca nos faça esquecer, quero ainda compartilhar uma reflexão sobre o "Rio de Janeiro":Assistindo ao noticiário, lendo nas narrativas telejornalisticas a “satisfação” e…Continuar
Iniciou esta discussão. Última resposta de maria cristina batista alves 21 Mar, 2012.
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Valdo Lumumba ainda não recebeu nenhum presente
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Hello,
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Miss Aisha
http://correionago.ning.com/profiles/blogs/qual-a-cor-da-fam-lia-brasileira?xg_source=activity
gostei das fotos, gente muito lindas..."Bahia".foça da raça brasileira.
Hoje(03/02),as 21:30h, DENISE CORREIA E BANDA NAVEIADANÊGA se apresentam no BOHEMIA MUSIC BAR, no show:NA VEIA DA NEGA.Endereço: Rua Belo Horizonte, 177 - Jardim BrasilBairro: BarraTelefone: 3332-5774Esperamos vc!!!!
obs.:Deixo seu nome e o de quem vc desejar na lista de convidados,caso queira ir!!!!Confirme, por favor!!!Bjs
Muito bom!!! Muito bom!!!
O conceito de “evangelizia” é bastante apropriado.
É preocupante e assustador, observar a reação das pessoas pardas, negras e brancas (?) moradores de bairros pobres como Pau da Lima e São Marcos, diante de algo que represente o Candomblé e suas manifestações.
Sei que isto é comum em todos os espaços da nossa cidade e em todos os segmentos sociais. Uso esta situação como exemplo para evidenciar o grau de eficiência do processo de colonização no nosso continente.
Seu texto apresenta o processo histórico de colonização européia de forma precisa com muita veracidade e coerência, com toda a perversidade que caracterizou essa política de colonização, exploração e aniquilamento do outro. É incrível como nos dias de hoje percebemos o travamento das consciências de jovens e adultos que não conseguem se identificar com seus ancestrais. Qualquer elemento simbólico que remeta as tradições religiosas africanas é automaticamente confundido com a figura do diabo cristão. Tudo isto sendo reforçado, diariamente, pelo discurso “evangeliziador” das igrejas caça níqueis que proliferam por todos os cantos da cidade como baratas e ratos.
Textos como este precisam popularizar-se.
Abraço,
Amilton Santana – Artista Plástico