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Resumo do meu TCC sobre a Rede Correio Nagô.

Este trabalho tem como ponto de partida investigar o papel exercido pelas redes sociais dispostas na WEB 2.0, e, especificamente, a rede Ning, por meio do Correio Nagô como ferramenta para o fortalecimento da sociedade civil, em especial, dos afro-brasileiros.

Investe-se, neste estudo, na ideia da existência de um circuito de comunicação da diáspora negra e a emergência de uma cidadania comunicativa, que teve seu início através da imprensa negra no século XIX, ramificando-se no que denominamos redes sociais de recorte etnicorracial, o que tem sido possibilitado pelas ferramentas dispostas pela WEB 2.0.

Assim sendo, enquanto objetivo geral, este trabalho busca responder em que medida os espaços online – enquanto território das demandas afro-brasileiras, como o Correio Nagô, tem sido articuladores e mobilizam dores das sociabilidades negras, e, em que medida, conseguem articular outros contextos, tais como os espaços escolares.

Portanto, teremos como objetivos específicos:

1) Contextualizar a imprensa negra no século XIX como um dos elementos fundadores das redes sociais focadas na questão etnicorracial;

2) Investigar sobre papel das redes sociais no fomento da cidadania negra e/ou afro-brasileira;

3) Verificar assim as possibilidades da inserção dos recursos tecnológicos para a aplicabilidade da Lei Nº 10.639-039. Processo por meio do qual se pretende visibilizar a comunidade negra como sujeito e protagonista da História.

A fundamentação teórica dos Estudos Culturais auxilia-nos na percepção por meio da categoria analítica dos sujeitos que compreendem: raça, gênero, entre outros atributos para pensarmos a condição identitária dos membros de determinadas redes sociais.

A dissolução da ideia de uma identidade única acaba por reforçar a necessidade de fortalecimento da identidade étnica, negra e suas especificidades.

“Dentro da perspectiva de identidade como construção permanente, Stuart Hall (1996, p. 69) avança em sua conceituação, afirmando que a questão da identidade negra deve ser considerada a partir de duas perspectivas: o ser e o devir, “as identidades culturais provêm de alguma parte, têm histórias. Mas, como tudo o que é histórico, sofrem transformações constantes”. A primeira das categorias refere-se à tradição e, a segunda, à adequação às novas exigências do contexto”. (RS-Negro: pág.232)

Como nos sugere Raquel Recuero (...) para a aplicação da metáfora da rede, é preciso identificar o reflexo da participação de um ator, uma individualização, uma identidade construída. Döring (2002), por exemplo, já atribuía às páginas pessoais na Internet características de seus autores, refletindo elas as últimas “configurações do self”. Do mesmo modo, Lemos (2002) e Sibilia (2003) estudaram essas configurações pessoais em weblogs e videologs; Boyd (2006) as relatou no MySpace, etc.

 

Considerações Finais

 

O desafio que observamos ao tecer este trabalho é transformar a comunicação, as interações entre os usuários do Correio Nagô

Embora, reconheça-se que a preocupação fundamental do Correio Nagô encontra-se na discussão dos aspectos contemporâneos ligados às políticas públicas que envolvem a negritude e articulem nos movimentos sociais as possibilidades de inserção para as demandas por cidadania da comunidade negra. Por outro lado, também temos a criação de grupos ou comunidades na rede Correio Nagô voltadas para a educação

, em algo construtivo para a aprendizagem em outros contextos, sobretudo nos contextos de aprendizagem formal. Tornando, assim, a informação em conhecimento útil para os contextos escolares ou educativos, pois permanece ainda entre os professores resistência e baixa familiaridade com as novas tecnologias da comunicação e informação., sinalizando, dessa forma, a existência também desta discussão entre os usuários., com as marcas de um currículo sócio-político-histórico e cultural, contemplando a diversidade na constituição do povo brasileiro., estabelecendo fluxos de conversação, não importando o espaço nem o tempo, comunicam-se e intercambiam experiências variadas que enriquecem as noções de participação, cidadania e diversidade. , que passou das assembleias parlamentares para a mídia. Assim, a participação também pode ser vista como interatividade nas redes sociais., neste estudo, foi observado, pelas conversações e interações dispostas no blog do Correio Nagô, que as opiniões têm sua origem e são, sobretudo, expressões de problemáticas sociais, tais como a discriminação e o racismo., funcionando como um canal de interlocução entre mídia e sociedade, incidindo também, à medida que seus atores ocupem os espaços formais, institucionais de poder, na educação e demais âmbitos sociais.

A partir das reflexões apresentadas neste estudo, tendo como referencial teórico os Estudos Culturais, devemos também considerar as possibilidades de estudos interdisciplinares que sejam orientados a perceber a importância das redes como articuladoras das novas demandas na contemporaneidade que tem sido ressignificadas por seus sujeitos dispostos nas redes sociais

Ainda cumpre questionar em que medida podemos considerar a rede social como um espaço construtor da cidadania tal qual os primeiros jornais afro-brasileiros?

A cidadania que implica em participação no esteio do avanço proporcionado pelas novas tecnologias da informação apresenta uma nova configuração, como nos chama atenção, com o aparecimento, o desenvolvimento e, sobretudo, a difusão dos novos meios modernos de comunicação implicaram em um deslocamento progressivo do centro de gravidade do espaço político

 

As especificidades das comunidades unidas por interesses comuns passam por uma dinâmica própria de construção das demandas de cidadania. Sendo que

Mesmo sem o poder decisório que decorre do poder político institucional nas democracias representativas e que se dá com o voto, estas discussões podem possibilitar o convencimento de outros setores sociais por meio da difusão das informações

É neste contexto que a Lei

Nº 10.639/03, as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e a vasta produção teórica dos últimos anos nos convocam a propor estratégias que poderão auxiliar no trabalho dos educadores/as de várias áreas do conhecimento e não podem ficar fora do projeto político-pedagógico das escolas que deve ser a expressão do pensamento da comunidade educativa. A educação para as mídias como perspectiva de um novo campo de saber e de intervenção vem se desenvolvendo desde os anos de 1970 no mundo inteiro com o objetivo de formar usuários ativos, criativos, críticos que utilizem todas as tecnologias de informação e comunicação. Neste sentido, temos muito avançar

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