1º Encontro Nacional sobre o Direito à Comunicação

Comunicadores comunitários, pesquisadores, professores, estudantes, representantes de ONGs, grupos da juventude, movimentos sociais e associações de classe do Brasil juntos no Recife. Em comum, a percepção de que a comunicação é um direito humano e o desejo de fazer com que a liberdade de expressão seja garantida para todo mundo. É o I Encontro Nacional sobre o Direito à Comunicação, que será realizado nos dias 09, 10 e 11 de fevereiro de 2012, na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP).

O Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF), conjuntamente com entidades parceiras nacionais e locais, promoverá o I Encontro Nacional sobre o Direito à Comunicação, nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro de 2012, na cidade de Recife, em Pernambuco. O evento reunirá instituições, grupos, movimentos e indivíduos envolvidos na busca da efetivação do direito à comunicação. O I ENDC destina-se, primeiramente, a reunir integrantes de instituições, grupos, movimentos sociais e indivíduos de todo o Brasil, que já estejam envolvidos de alguma forma na discussão e luta pela democratização da comunicação. Além disto, pretende também sensibilizar novos sujeitos para a temática, a partir do debate e visibilidade do tema que o evento possa promover. Serão realizadas discussões e atividades que abordarão diversos temas, como o marco regulatório das comunicações, a comunicação como direito humano, experiências independentes, comunitárias e contra-hegemônicas de comunicação, uma razão comunicativa descentralizada, dentre outros. O encontro visa, essencialmente, estabelecer redes e fortalecer os mais diversos movimentos em prol da comunicação, objetivando potencializar o espectro de ação dos diversos atores e a capacidade de intervir na formulação de políticas públicas. Objetivos A realização do I ENDC tem como principais objetivos: Estruturar e fortalecer articulações entre movimentos, entidades e indivíduos envolvidos na luta pelo direito à comunicação em diversos níveis (local, regional e nacional); Fazer conhecer e reconhecer a concepção da comunicação como direito humano, articulando conjuntamente instrumentos para promovê-la e buscando sua efetivação por meio de políticas públicas próprias geridas com a participação efetiva da sociedade civil; Compartilhar saberes e auxiliar na formação de grupos e de indivíduos que lutem pelo direito à comunicação, a fim de promover o empoderamento e a sustentabilidade das diversas iniciativas.

Quer participar do 1º Encontro Nacional sobre o Direito à Comunicação? Sem grilo! Já estão abertas as inscrições para o evento. Basta acessar a página de inscrição e enviar os seus dados. Os interessados devem preencher o formulário até o dia 30 de janeiro de 2012. Os participantes terão acesso a toda aprogramação do ENDC e poderão submeter propostas de atividades autogestionadas  para serem desenvolvidas ao longo do encontro.

Aos que virão de outros Estados ou municípios, está disponível uma página com dicas de hospedagem e transporte em Recife e Olinda. Qualquer dúvida, é só nos enviar uma mensagem que retornaremos prontamente. Novas indicações de alojamento serão divulgadas em breve, assim como as linhas de ônibus que circulam entre os espaços apontados e o local de realização do ENDC.

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Comentário de sil-lena r. c. oliveira em 3 fevereiro 2012 às 17:16

PUXA!ESSE ENCONTRO DEVERÁ SER MUITO PAI D`ÉGUA,COMO DIZEMOS POR AQUI,OU SEJA, MUITO LEGAL,INTERESSANTE.PENA QUE FICAREI SÓ NA VONTADE.SÓ AGORA TIVE A INFORMAÇÃO.

SUCESSO!!!!!!!!!!!!!!

Comentário de Dilnei Severo em 1 fevereiro 2012 às 8:57

O tema merece uma discussão atilada e oportuna pois a faculdade da comunicação é algo de importância estratégica para qualquer grupo social.

No Brasil as concessões dos meios de comunicação passam pelos clãs , como o dos Sarney no Maranhão, e muitos outros.

Para se obter a concessão de um canal regular de comunicação é necessário ter QI (quem indique).

Na Venezuela Hugo Chaves cassou a concessão da Tv que fazia criticas  ao seu governo.

Enfim , é um tema intrincado e por isto merecedor de um bom estudo que viabilize uma outroga de concessões de modo mais democrático visando dar voz a todas tendencias ideológicas do nosso pais.

O povo negro está aleijado de participação nos meios de comunicação de massa.

Acordamos e temos de aguentar as xuxas da vida ou mesmo a sonolência  daquela Ana Maria Braga que no dia da eleição do Obama nem sequer abriu uma janela no seu programa.

A midia forma opinião, que forma posicionamento e que forma VOTO. Se este meio pertence a poucos imaginem o que chega aos nossos ouvidos

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