Para quem ainda não viu.

 

Assista ao documentário «Cordeiros», de Amaranta Cesar e Ana Rosa Marques. Composto por imagens, sons e entrevistas captados durante três carnavais (2004, 2005 e 2007), «Cordeiros», lançado em 2008, é um documentário que, de maneira inédita, impacta o olhar e a consciência social ao abordar as condições e relações de trabalho dos cerca de 80 mil homens e mulheres que trabalham como cordeiros no carnaval de Salvador e que, aos olhos do mundo, continuam invisíveis e, normalmente, espancados e humilhados pelos novos “capitães do mato” e pela hipócrita sociedade baiana.

 

Segue o link:
http://proxy02.pop-ba.rnp.br/videos/programa141/Prog141e_alta.wmv

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Comentário de Stefano Barbosa em 15 setembro 2013 às 19:45

o carnaval baiano virou um lixo total.. a começar pela música.  E de quebra ainda vem essa palhaçada de camarote e corda

Comentário de Rita Fagundes em 24 janeiro 2012 às 23:56

Luciene,
Nao podemos cobrar de quem o produziu uma solucao, seria idealismo demais. Se nem as pessoas que tem "poderes" e competencia para isso, o fazem, imagina as produtoras. Penso que o documentario cumpriu seu papel. Deu voz e visibilidade para essas pessoas, que para garantir a seguranca e a alegria de poucos, se submetem por apenas a alguns trocados, a um trabalho tao degradante. Explicitar isso e gerar o debate, ja contribui e muito.

Comentário de Luciene Assunção em 2 março 2011 às 19:50

A visibilidade desses grupos é o grande lance. Dá status para quem produz mas não muda em nada a situação eles. O documentário fragmenta mas não aponta soluções, como sempre. Por que não trabalhar, junto com a Universidade a consciência de classe dessa categoria para exigir melhores condições de trabalho com greves nos dias do carnaval? Ou mesmo terminar com ela, pois precisar dessa função no carnaval releva a miséria e a pobreza da Bahia. Que diga de passagem, não deve ser nunca o melhor carnaval do Brasil, se for estendo a miséria e pobreza para todo o país.

 

Comentário de João de Oliveira em 2 março 2011 às 15:47

 

Precarização total das relações de trabalho. No ano passado um TAC ( termo de ajuste de conduta ) disciplinou esta atividade, prevendo o fornecimento de luvas água, protetor solar, etc. Este ano não acompanhei o que ocorreu.

Se alguem tiver notícias, agradeceria o repasse

Comentário de José Cezário Miguel Aschar em 15 fevereiro 2011 às 3:11

É lamentável tudo isso! Arrecada-se milhões e milhões com o carnaval baiano e a exploração da mão-de-obra continua abertamente sem que se encontre alguém para efetivamente gritar contra isso.

E os trios elétricos dos famosos cantores faturando alto em cima disso.

Seria um tipo de trabalho escravo da modernidade?

As almas dos negros escravos africanos choram no Pelourinho!

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