A Somália juntamente com o Quênia, a Etiópia, a Eritreia, e tambem o Dijibouti, fazem parte do que é conhecido mundialmente como o chifre da Africa. A última vez que a região enfrentou um sério problema de nutrição foi há quase 20 anos.

     Recentemente o periodico "The New York Times" publicou um longo e elucidativo artigo descrevendo a situação calamitosa que se encontra a Somália por causa do grupo islamista Shabab. O grupo tem fortes ligações com a rede terrorista Al Qaeda. Este grupo não só controla parte do país, como tambem impede organizações internacionais de ajudarem os famélicos que morrem diarimente por causa da inanição.

     O grupo Shabab é amplamente acusado de causar fome na Somália, forçando órgãos internacionais de ajuda humanitaria a ficarem fora do país. Deprivando com isto as vítimas das secas que precisam urgentemente de comida. A cada dia que passa, milhares de pessoas morrem e até o momento, mais de 500 mil crianças estão a beira de morrerem por inanição.

     A ONU esta tentanto resolver esta calamitosa situacao, porém, muitos agentes falam em tom deprimente por causa de um dos maiores disasatres humanitários em décadas na Somália, um  dos paises de mais dificil acesso no planeta.

     "Isto e pior do que 1992", disse o pediatra Lul Mohamed Banadir referindo-se a ultima escassez no país.

     O sul da Somália em especial, foi considerado por muitos analistas internacionais como uma área proibida por anos. Uma área que  tirou a vida de agentes de órgãos internacionais, de entes pacificadores, e de soldados norte americanos. O desastre com o helicóptero dos EUA "Black Hawk" e os soldados mortos sendo arrastados pelas ruas da capital Mogadishu ajudou com toda certeza a espantar da regiao orgãos de ajuda internacionais.

     Atualmente a Somália é considerada mais perigosa e anárquica do que o Haiti, o Iraque, e ate mesmo o Afeganistão.  A entidade privada norte americana conhecida como "Comite de Refugiados dos EUA", assim como outros grupos de ajuda tem grande dificuldades em treinar pessoal local para esta difícil missão.

     Esta situação deixa milhões de somalis com somente duas alternativas além de fugirem para outros países vizinho como o Quênia ou a Etiópia, onde certamente encontrarão uma melhor assistência.

     Eles podem implorar por ajuda a um fraco e dividido governo transicional em Mogadishu, a capital, ou permanecer no território controlado pelo Shabab com fortes ligacoes com Al Qaeda, e com isto livrarem-se de tudo que está ligado ao mundo ocidental, ou seja, música, vestimenta, e ate mesmo os orgãos de ajuda nesta época de grande escassez.

     "A Somália é um dos lugares mais complicados do planeta parar receber ajuda, mais complicado até mesmo do que o Afeganistão, " disse Stefano Porret, que esta no comando do programa de alimentacao na Somailia da ONU, e recentemente trabalhou no Afeganistao.

     Enquanto grupos distintos lutam entre sim pelo controle do país, a inanição segue matando os africanos diariamente. Não há sinal de vida inteligente nesta parte do planeta.

 

 

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