ATOR DO TEATRO BAIANO É DESTAQUE NO CINEMA



Depois de se destacar no teatro, como premiado ator e diretor, o baiano Ângelo Flávio trilha os caminhos da Sétima Arte. Com três estréias no cinema previstas para este semestre, Ângelo tem recebido elogios de diretores e mais convites para atuação. Nesta quarta-feira, 28, o ator participará da coletiva de imprensa do filme Quincas Berro D´Água, de Sergio Machado, no qual ele vive o personagem Zico. A coletiva de lançamento do filme acontecerá às 15h, no Hotel Sol Victória Marina, no Corredor da Vitória e haverá pré-estréia para convidados, também hoje, às 20 horas, no Teatro Castro Alves, com a presença do diretor e do elenco.

Além de Quincas Berro D´Água, Ângelo Flávio marca presença também no longa Estranho, de Paulo Alcântara, na pele do aprendiz de marginal, Tonho, e em O trampolim do forte, de João Rodrigo Mattos, o ator interpreta a travesti Hannah Barbêra.

O ator acaba de chegar do Rio de Janeiro, onde participou no dia 21/04 do projeto Negro Olhar, dirigindo a veterana atriz Ruth de Souza no monólogo Transegun, do escritor Cuti. Transitando há alguns anos na cena artística do eixo Rio-São Paulo, em 2008, Ângelo contribuiu na montagem do texto e na assistência de direção do elogiado espetáculo Silêncio, da Companhia dos Comuns, dirigida por Hilton Cobra.

Ângelo Flávio é o criador do Coletivo de Atores Negros Abdias do Nascimento CAN, e já tem em seu currículo de diretor espetáculos de forte crítica política como As Irmãs de Brecht, A casa dos Espectros e O Dia 14. Além de diretor, Ângelo Flávio é ator profissional com participações em espetáculos como Os Iks, Mãe Coragem e O Evangelho Segundo Maria, no qual viveu João Batista, recebendo o prêmio Brasken de Melhor Ator Coadjuvante 2004. Em 2008, o ator voltou a ganhar o Braskem como Revelação pelos espetáculos do CAN. Fez também participações em programas de tevê, propagandas e vídeos, como o premiado O Fim do Homem Cordial, de Daniel Lisboa.

Da vida acadêmica, lutando pelas cotas na Universidade Federal da Bahia (Ufba), onde concluiu o curso de Direção Teatral, à criação do CAN, Ângelo Flávio mantém a coerência necessária de um artista engajado com o seu tempo e com a responsabilidade da sua arte com a transformação social. E avança, buscando revelar seu talento nas diversas linguagens.


André Luís Santana, jornalista DRT BA 2226
71. 8873-7047
alosah@gmail.com
twitter: @andreluisantana

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Comentário de Paulo Rogério em 30 abril 2010 às 11:21
Tenho muito orgulho de conhecer o profissional e ativista Ângelo Flávio. Sem dúvida, iremos continuar ouvindo falar muito nesse nome.
Comentário de Raimundo Moura em 29 abril 2010 às 22:19
Concordo em tudo que foi dito Angelo Flávio é uma das grandes revelações do teatro baiano.

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