Cultura Marginal - a cultura das periferias

Rap, grafite, Sarau, Literatura Marginal, rinha de MC's, repente entre outras manifestações, se conceituam em Cultura Marginal.

Cultura Marginal nada menos é que varias manifestaçoes artistico culturais, realizadas e/ou organizadas pela população que vive a margem da sociedade. Para construir esta matéria, conversei com a jornalista, ativista e militante da C.M, a Jéssica Balbino, Baseado no que conversamos a C.M teve seu inicio nas senzalas, com os escravos, que tinham a pratica da capoeira entre outras manifestaçoes culturais, as rodas de capoeira aconteciam a noite, nos momentos em que estavam longo dos olhos de seus senhores de fazenda, acredita-se que este foi o inicio da Cultura Marginal, hoje voces podem perceber as semelhanças nos sarais literarios, que são organizados nas periferias, nas calçadas, em butecos ou em locais que a comunidade costume se encontrar, no Brasil existe um grande numero de sarais literarios, sao exemplos: SARAU BEM BLACK (BA), SARAU DA COOPERIFA (SP), SARAU DO SUBURBIO (BA), SARAU DA VILA FUNDÃO (SP) , SARAU SUBURBANO CONVICTO (SP)

entre outros espalhados pelo Brasil, os Sarais costumam acontecer uma vez por semana, e reunem a massa das periferias e dos militantes dos movimentos qu norteiam a C.M, alguns declamadores dos Sarais acabam se descobrindo, e tornam-se escritores da C.M, pois sao influenciados pelos poemas que escrevem para recitarem nos Sarais, entre os escritores formados nas periferias e nos Sarais, temos: Alessandro Buzo,    Escritor, Apresentador de Tv, Dono de uma Livraria e Organizador do Sarau Suburbano Convicto; Sérgio Vaz, Escritor, Organizador do Sarau da Cooperifa e rescentemente recebeu o prêmio Gorvernador do estado de São Paulo e lançou seu mais rescente trabalho literário, o livro Literatura, Pão e Poesia; Nelson Maca, escritor, militante da cultura Hip-Hop em Salvador e Organizador dos Sarais Bem Black e Bem Legal, existem muitos outros escritores nas periferia desse Brasilzão e outros títulos como: #POUCAS PALAVRAS - Renan Inquerito, O HIP HOP ESTA MORTO – Toni C. E TRAFICANDO CONHECIMENTO DA Jéssica Balbino. RAPente, essa é uma das misturas que esta dando certo, criada pelo rapper Rapadura Xique Chico, é uma mistura do Rap com repente, é mais um fruto da cultura marginal e quem escuta gosta, é um Rap diferenciado dos tradicionais, e tanto o Rap quanto o Repente são frutos da cultura marginal, o Rap teve inicio no Brasil O rap chegou ao Brasil no final dos anos 1980, com grupos de periferia que se reuniam na estação São Bento do metrô de São Paulo, lugar onde o movimento punk começava a surgir.

Nesta época, as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia. Os primeiros a freqüentarem o local foram os dançarinos de breakdance, o principal tipo de dança hip hop, o dançarino Nelson Triunfo é considerado um dos primeiros dançarinos de breakdance do país. O Repente (conhecido também como desafio) é uma tradição folclórica brasileira cuja origem remonta aos trovadores medievais. Especialmente forte no nordeste brasileiro, é uma mescla entre poesia e música na qual predomina o improviso – a criação de versos "de repente". Dentro destes dois contextos podemos dizer que o Rap e o Repente são separados por regionalidades. Diferente do Repente, o Rap feito por improviso é chamado de Freestyle que se caracteriza principalmente por letras improvisadas do rapper, expressando o que sente sobre determinado assunto, mas mantendo um flow certo. As "batalhas de MCs" são uma das principais atrações do gênero. Dois rappers fazem Freestyle, geralmente atacando um ao outro, e o público decide o vencedor.

“Se a história é Nossa Deixa que Nós Escreve”

     Renan Inquérito - #POUCAS PALAVRAS

                *As fotos acima são do Sarau Bem Black - Ba, Do Rapadura Xique Chico, e Do Renan Inquérito

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