Curso de especialização em jornalismo científico e tecnológico, inédito na Bahia


O Curso é promovido pela Faculdade de Comunicação da UFBA, e tem o apoio da Fapesb e SECTI



Salvador I 29 de dezembro de 2009 - Os conflitos nas relações entre divulgadores da ciência e cientistas, a construção de políticas de comunicação nas assessorias das instituições de pesquisa, a prestação de contas do investimento público e o compromisso do pesquisador com a divulgação de suas atividades. Estes são alguns dos temas tratados no I Curso de Especialização em Jornalismo Científico e Tecnológico, que reunirá jornalistas e bacharéis em ciências de vários campos do conhecimento para debater os temas da atualidade em ciência, tecnologia e inovação.



Realizado pela Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), vinculada à Secretaria Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), e das pós-graduações em Cultura e Sociedade da Facom/Ufba e em Ensino, Filosofia e História das Ciências do Instituto de Física da Ufba/Uefs, o curso une disciplinas teóricas e oficinas práticas visando formar profissionais especializados no exercício da divulgação científica, enfatizando as áreas de saúde e meio ambiente.



Segundo Simone Terezinha Bortoliero, coordenadora do curso e vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico, o objetivo é formar jornalistas e divulgadores da ciência comprometidos com a educação científica e com a divulgação de um conhecimento científico que busque garantir a cidadania, o desenvolvimento sustentável e as tecnologias com justiça social.



“A formação profissional nesta área precisa ser ampliada porque a produção científica deu um salto quantitativo e qualitativo na Bahia. Os pesquisadores daqui estão investigando células-tronco, biotecnologia, biodiesel, biodiversidade, construção de moradias alternativas, doenças infecto-contagiosas graves, tecnologias da informação e comunicação, questões étnicas, problemas educacionais, uma gama de contribuições para políticas públicas”, justifica Bortoliero. “Num país caracterizado pelo ensino precário e desatualizado de ciências, o jornalismo científico passa a ser a única forma pela qual os cidadãos tomam contato com a atividade e o impacto do trabalho feito por pesquisadores e cientistas”, completa.



As inscrições para o I Curso de Especialização em Jornalismo Científico e Tecnológico vão de janeiro a fevereiro. Com início previsto para março, o curso terá duração de 24 meses e oferecerá 40 vagas. A ênfase será dada para a saúde, o meio ambiente e temas da atualidade em CT&I, que serão discutidos em seminários multidisciplinares. As informações estão disponíveis no site www.jornalismocientifico.facom.ufba.br ou pelo e-mail jorcient@ufba.br.



Fonte: Assessorias de Comunicação SECTI e Fapesb

Exibições: 32

Comentar

Você precisa ser um membro de Correio Nagô para adicionar comentários!

Entrar em Correio Nagô

Translation:

Publicidade

Baixe o App do Correio Nagô na Apple Store.

Correio Nagô - iN4P Inc.

Rádio ONU

Sobre

© 2019   Criado por ERIC ROBERT.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço