Em depoimento consistente e acalorado, o ator, diretor de teatro e gestor cultural, Hilton Cobra, nosso querido Cobrinha, questiona o resultado de edital público para gestão por 4 meses do teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro. Seus argumentos apontam a falta de transparência do processo seletivo; a procrastinação no atendimento de recurso encaminhado pela Companhia dos Comuns, proponente de projeto não contemplado; o não-entendimento do teatro negro como uma arte feita com o o corpo inteiro, por diferentes comissões julgadoras; o monolitismo branco das comissões julgadoras de editais de arte (e outros), bem como a necessidade da ação política, para além da discussão estética, apenas. Vale a pena parar uns minutos, ouvir a aprender. Ngunzo, Cobrinha!
http://www.youtube.com/watch?v=dFQgFz5X1eE

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