Jornalista analisa "Negritude Midiática" em Salvador

Zezé Barbosa,jornalista formada pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) aceitou o meu convite para falar sobre a "Negritude Midiática" em Salvador.Os desafios e reparações quanto a presença do negro foi o ponto "forte" desta vídeo/entrevista que aconteceu na tarde do último sabado (28) na Sede do Bloco ÓKÁNBÍ.

">

Exibições: 48

Comentar

Você precisa ser um membro de Correio Nagô para adicionar comentários!

Entrar em Correio Nagô

Comentário de Herlany Meyre Boa Morte em 7 setembro 2010 às 17:58
Que bom que temos pessoas preocupadas em discutir esse problema apresentado pela jornalista.É dessa forma que teremos resultados positivos em relação ao tema comentado.
Comentário de Juliana do Carmo França em 31 agosto 2010 às 19:50
Que repotagem excelente! Participei de seminários os quais trataram do "universo midiático" e o que mais chocam são esses padrões estereotipados de consumo que (des)constroem inclusive a identidade do sujeito: o que consumir seja nas vestes, calçados, o que ler, ouvir, assistir, etc. Reforçando ainda mais a desigualdade existente na sociedade.
Comentário de gelton de oliveira em 31 agosto 2010 às 9:15
Muito boa a visão da jornalista, isso mostra mais uma forma ou modelo de exclusão que não cabe mais nos dias de hoje.
Comentário de Adelson Silva de Brito em 31 agosto 2010 às 8:48
Na minha formação como Negro na Diáspora, incorporei muitos exemplos da luta dos nossos irmãos na parte geográfica das Américas que se resolveu denomoimar Estados Unidos da América. Uma diferença fundamental entre os nossos e os de lá é a valorização do recurso educacional como principal ferramenta de libertação. É na educação que está a ótica que proverá aos interessados as lentes capazes de ampliar a visão da face do processo completo por trás da construção racista do nosso apartheid caboclo. A profissionalização (no melhor dos sentidos) da luta pela Emancipação expressa seus resultados através de um Barack Hussein Obama, que hoje sofre uma campánha de descrédito por parte de organizações tais como um "movimento partido do chá" (tradução literal do título "Tea Party Movement"), campanhas as quais, (é bom que se destaque) não geram momento, memso considerando que o negro é reconhecidamente uma minoria na demografia Estadunidense.Lá o Negro, através da educação secular, se preparou e tirou o respaldo que emprestava inocentemente,a mídia que o desservia e invisibilizava.
Comentário de maria da conceição simões mirand em 31 agosto 2010 às 7:28
A jornalista Zezé Barbosa está falando de um lugar q lhe compete, a via midiática. Em Salvador, quiçá não o seja em muitas mais cidades, reproduz por programas inominaveis os instrumentos racistas. Instrumentos estes q tem uma propagação deletéria. Atinge em cheio a comunidade negra, vem impregnado de signos q são caros a essa comunidade. Vemos a fragilidade e inoperancia na resposta da "justiça" ou mesmo da sociedade civil organizada por meio da mesma. Enquanto estivermos nos satisfazendo em ações timidas que se dão entre muros das entidades e vias internas de meios internos às entidades a midia avança como as bacterias e virus se propagam vencendo os antidotos.

Translation:

Publicidade

Baixe o App do Correio Nagô na Apple Store.

Correio Nagô - iN4P Inc.

Rádio ONU

Sobre

© 2019   Criado por ERIC ROBERT.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço