Jornalista baiana discute "Direitos Humanos e Gênero" em Porto Alegre

 

A jornalista e gestora social Patrícia Bernardes é a palestrante convidada para a abertura do 2° Encontro Nacional de Mulheres das Entidades Negras realizado nos dias 19 e 20/05 no Hotel Sheraton em Porto Alegre (RS). Tendo como tema "Direitos Humanos e Gênero" a jornalista junto a Márcia Santana, Secretária de Políticas para as Mulheres do Rio Grande do Sul ,pretende levar um pouco do panorama das questões de direitos humanos e gênero da Bahia para os gaúchos e assim, agregar valores no que diz respeito a aplicabilidade das leis relacionadas a Constituição Brasileira dentro do paralelo de desigualdade de gênero e raça sofrido pelas mulheres no que diz respeito a saúde da população negra.

Para inscrições e informações : www.simers.org.br

 

 

Patrícia Bernardes - Breve Histórico

 

Patrícia Santos de Sousa até o ano de 2008 .A professora, jornalista e gestora social se tornou Patrícia Bernardes Sousa , após a sua formação acadêmica em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo ( FIB/ESTÁCIO). Formada em magistério (1997) pelo Colégio Estadual Raphael Serravalle (Pituba) , a jornalista iniciou os seus trabalhos em Gestão Social em Direitos Humanos através de sua pesquisa acadêmica para elaboração de seu primeiro vídeo documentário de 20 min cujo o título é "Liberdade.E agora?" tendo como foco a ressocialização de 3 egressas do Presídio Feminino de Salvador (Mata Escura). O documentário foi realizado em conjunto com a também jornalista Danielle Rodrigues,atual assessora de imprensa do Procon/Bahia e teve o apoio da Secretaria de Justiça Cidadania e Direitos Humanos da Bahia (SJCDH) , da Pastoral Carcerária e das Faculdades Integradas da Bahia(FIB/ESTÁCIO DE SÁ). Entre a pesquisa de campo,as locações e a finalização do vídeo documentário se passaram 2 anos de trabalho detalhista e cerca de 30 mulheres avaliadas para chegar a três personagens do documentário. O critério de seleção das detentas foi de acordo com o regime prisional ao qual as mulheres do Presídio Feminino, acompanhadas pela Pastoral Carcerária,estavam inseridas; uma em regime sem-aberto e duas em liberdade.

Desde a conclusão deste documentário, a então jornalista se dedicou ainda mais a ações afirmativas nas comunidades periféricas de Salvador. Bairros como São Caetano,Curuzu,Pau da Lima,Nordeste de Amaralina, Ondina e Mussurunga são alguns dos locais aos quais a jornalista realizou oficinas/palestras para o nivelamento educacional de crianças, jovens e mulheres em situação de risco.Em 2009, a paixão pelos blocos de matriz africana levou a gestora social a promover a divulgação das ações afirmativas realizadas nas comunidades não só durante o folia momesca , mais também durante todo o ano na capital baiana. Desde então, os convites para promover palestras e desenvolver a consultoria de comunicação destas entidades carnavalescas só confirmaram a determinação desta jovem pela reintegração destes jovens no mercado de trabalho e daí, o resgate da cidadania e dos direitos de cada um deles.

 

Atualmente , a jornalista foi empossada como Conselheira (Suplente) do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMM) de Salvador, gestora social/instrutora em Relações Socioprofissionais do Senac Móvel Bahia, assistente de pesquisa e consultora de imprensa da Cooperativa Nacional de Professores (CONAPROF) e discente do curso de MBA em Gestão Controle  e Contabilidade Aplicada no Setor Público pela Faculdade Maurício de Nassau (Patamares) em Salvador.

 

Texto: Cooperativa Nacional de Professores (CONAPROF)

 

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