Morre a cantora e atriz Lena Horne em Nova York, aos 92 anos

Bonita e com voz potente, Horne fez sucesso no teatro e no cinema. Ela teve que enfrentar o preconceito por causa de sua cor de pele.

A cantora e atriz Lena Horne morreu neste domingo, aos 92 anos, no hospital presbiteriano de Nova York. Horne foi a primeira artista negra a assinar contrato com estúdio hollywoodiano. Estrela de musicais, estreou em papeis secundários musicais ao lado de atores brancos.
Ao longo de sua carreira, acumulou prêmios, entre os quais quatro Grammy Awards. Um de seus maiores sucessos é intepretação vocal em Stormy Weather, de 1943. Horne foi casada com o músico Lennie Hayton, falecido em 1971 Nascida em 30 de junho de 1917, Lena Mary Calhoun Horne teve seu primeiro contato profissional com a música aos 16 anos, quando entrou para o coral do Cotton Club, um clube de jazz em Nova York que revelou diversos nomes para o estrelato, como Duke Ellington.
Pouco a pouco foi ascendendo até que conseguiu um contrato com a Metro Goldwin Mayer, sendo uma das primeiras artistas afroamericanas a estar no elenco de um grande estúdio. Em 1943, rodou o musical de sucesso “Tempestade de ritmos”.

Trabalhando como cantora em clubes e lançando muitos discos, Lorne anunciou sua aposentadoria em março de 1980, mas voltou atrás no ano seguinte ao lançar o show Lena Horne: The Lady and Her Music, que contou com mais de 300 apresentações na Broadway. O concerto lhe rendeu dezenas de prêmios e muitas homenagens.

Sempre gravando álbuns, sua carreira dali em diante ficou mais ativa nos estúdios do que nos palcos, principalmente na década de 90, quando lançou We'll Be Together Again (1994), An Evening with Lena Horne (1995) e Being Myself (1998). Na década seguinte, saiu Seasons of a Life (2006), compilando algumas gravações feitas entre 1994 e 2000.


Prêmios

Com um currículo invejável, Lena colecionou quatro Grammys e mais quatro indicações ao longo de sua carreira. Em 1989 foi contemplada com a estatueta por sua contribuição com a história da música. Com diversas indicações em prêmios teatrais, tanto em Nova York como em Hollywood, Lena concorreu ao Tony de 1957.

Ginny Mancini (esquerda), Lena Horne (centro) e Liza Minnelli, em uma premiação de 1997 (Foto: Aubrey Reuben / AP Photo)

Fonte: Terra, G1

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