Mulheres afro-americanas decidem voltar aos seus cabelos naturais

Uma matéria do jornal The New York Times retrata o recente fenômeno que vem acontecendo na sociedade estadunidense. Cada vez mais mulheres negras estão assumindo seus cabelos naturais.

O processo de aceitação, que vai na contramão do padrão ditado pela mídia, tem sido estimulado pelas redes sociais e ferramentas como YouTube, no qual dezenas de vídeos dão dicas de como voltar para o cabelo natural e abandonar técnicas de alisamentos, quase sempre prejudiciais a saúde.

No Brasil uma onda semelhante acontece nas redes sociais, como o caso do perfil do Facebook do salão Rosas Negras, em Salvador.  

Vale a pena conferir o link da matéria selecionada pelo CORREIO NAGÔ - Acesse aqui 

E você, vai assumir  também seu cabelo afro?

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Tags: cabelos, mulheres, naturais, negras

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Comentário de Dinalva Pereira da Silva em 14 janeiro 2014 às 10:45

quero ter mas visao em quem sou..

Comentário de antonio carlos santos da silva em 18 junho 2012 às 9:30
Aceitar por si só, ser o que é o que quiser ser...dentro da realidade americana é bom e é possível. Penso que estes conceitos disseminados pela realidade norte americana devem se espalhar pelo mundo inteiro como forma de conscientizar as sociedades em torno dessa questão em contrapartida à ditadura da beleza instaurada em alguns lugares, inclusive no Brasil, no qual o a aceitação dos cabelos das mulheres ( e também dos homens) é empecilho para aceitação no mercado de trabalho. mas também outros meios sociais. Como educador, também enfrento este obstáculo, porém mantenho meu posicionamento e, meu cabelo "rasta" denota minha identidade.
Comentário de Eric de Belém Oliveira em 18 junho 2012 às 8:19

Certamente trata-se de uma diversidade de belezas que jamais deveriam ter sido ocultadas. Felizmente encontramo-nos cada vez mais manifestando este orgulho negro!!!

Comentário de Bartira Martins Silva em 16 junho 2012 às 10:58

Alguém já informou isso a madame Obama?

Comentário de NELI GOMES em 14 junho 2012 às 17:58

Oi! esta é minha praia. Quero estudar a temática no doutorado. Neli Gomes, 31 anos, Curitiba/PR

"Em tempos de chapinha, quem tem cachos é rainha" "

Comentário de douglas gamboa em 14 junho 2012 às 16:41

Rosivalda Barreto, me consiga o contato da professora que tinha o salao, fez o mestrado em quimica, e hoje da aulas numa faculdade de sp fazendo formação de professores sobre a lei 10.639.
sou professor, afrodescendente e afroconsciente, graças a Deus me foi dada a graça de entender e conhecer um pouco mais da história dos africanos no Brasil e no mundo, eu trabalho com formação de professores em música, educação musical, buscando formar profesores para atender outra lei que é a 11.769, q torna obrigatório o ensino de música nas escolas regulares, mas sempre penso sobre a lei 10.639, então conhecer essa professora e o seu trabalho me pareceu bem interessante.
por favor faça essa ponte e esse serviço para todos nós, me ponha em contato com ela.
meu email: afrogamboa@yahoo.com.br
de ante mão agradeço.. AXÉ!

Comentário de Vanice da Mata em 14 junho 2012 às 15:12

De hooooooooooooooje...

Comentário de Inaiá Boa Morte Santos em 14 junho 2012 às 14:10

Fico muito feliz com este avanço das mulheres negras

Comentário de Márcia Guena em 14 junho 2012 às 10:23

Muito bom!

O vídeo é bastante educativo. Quando saímos de Salvador, onde a estética afro aparece nas ruas, a ditadura da chapinha é muito mais acentuada e as mulheres negras não assumem o seu corpo e sua cultura.

Vamos divulgar isso!

Abraços,

Comentário de Rosivalda Barreto em 14 junho 2012 às 2:40

Isso é muito massa. Esses produtos são uma bomba de efeitos retardado. Causam mal cumulativo à saúde e provoca muitas vezes câncer, uma vez a substância química em contato com a corrente sanguinea via coro cabeludo. Essas substâncias se isntalam geralmente nos rins. Informações de uma pesquisadora negra que depois de fazer o curso de química e o seu mestrado, tinha um salão, deixou de fazer aplicação de químicas e vendo que as clientes muitas vezes não entendiam a sua sugestão de aceitar os cabelos naturais, decidiu por fechar o salão. Agora é doutoranda, dando aulas numa faculdade particular em São Paulo no curso de pedagogia, fazendo formação para professores aplicarem a lei 10.639/03 e pesquisando comunidade quilombolas. Um abraço e bom dia!

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