O ENEM, as desigualdades na Educação e os privilégios da branquitude

Em artigo para o Correio Nagô, George Oliveira, doutorando em Educação na UFBA, divulgação da realização do ENEM em janeiro, o impacto para os jovens das periferias do Brasil e a, enfim, escolha do novo ministro da Educação do país. 

Confira no portal. Acesse: https://correionago.com.br/portal/o-privilegio-e-a-sobrevivencia/

A notícia sobre a decisão, por parte do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP, em realizar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, no formato impresso nos dias 17 e 24 de janeiro e da versão digital nos dias 31 de janeiro e 07 de fevereiro de 2021 ocasionou bastante surpresa, indignação e revolta. Mesmo que indiretamente, este órgão ligado ao Ministério da Educação – MEC, tende a colaborar com a manutenção dos privilégios seculares. Trata-se de um absurdo disfarçado através de uma neblina composta por uma enquete (que indicou a data para maio), debates sobre quem, finalmente, ocupará o Ministério Educação e o retorno das aulas presenciais. Estamos diante de uma relação nova e complexa, que revelou a falta de condições que discentes têm para o acesso ao ensino remoto e de preparação para docentes, para alem das questões tecnológicas.

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