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Torcedores espanhóis se revoltam com derrota da Fúria e usam expressão racista para ofender os brasileiros, Por meio do Twitter, agressores chamaram os brasileiros de macacos e foram retrucados por alguns torcedores .

Redação - Superesportes

Publicação: 01/07/2013 14:40  Atualização:01/07/2013 14:56

Alguns espanhóis ofenderam o Brasil por meio do Twitter

Depois de a Seleção Brasileira arrasar a Espanha na final da Copa das Confederações, nesse domingo, no Maracanã, por 3 a 0, vários espanhóis foram ao Twitter para ofender o Brasil. Por meio da expressão racista 'macacos' (monos em espanhol), os torcedores demonstraram sua amargura com a goleada sofrida pela Fúria. As frases polêmicas dos agressores foram rebatidas e reprovadas por outras pessoas.

Os jogos na Europa costumam ser marcados por episódios de racismo. Jogadores brasileiros e africanos, por exemplo, já foram hostilizados em partidas no Velho Mundo. Os laterais titulares da Seleção Brasileira, Daniel Alves (Barcelona) e Marcelo (Real Madrid), já foram insultados em jogos de suas equipes na Espanha. O atacante Hulk (Zenit) também foi ofendido na Rússia.

Curiosamente, uma preocupação da Fifa durante a Copa das Confederações foi insistir na 'bandeira' contra o racismo. Os jogadores via faixas e discurso dos capitães nos estádios, pediram o fim do preconceito no futebol. A campanha contra o racismo é levantada há muito tempo pela entidade.

O problema é tão grave que chegou a interromper um amistoso do Milan, em janeiro deste ano, na Itália. O atacante Boateng, de origem ganesa, foi hostilizado e o time rossonero deixou o gramado. Depois de alguns meses, seis agressores foram identificados e tiveram que cumprir pena de 40 dias a dois meses, além de pagar multa de 10 mil euros. O time do Pro Patria foi punido e teve que mandar jogos sem a presença da torcida. 

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Comentário de Fagna Serra em 5 julho 2013 às 0:57

Para se ver a ironia, o Mario Balotelli, único negro titular na seleção italiana, super crack, não é marrento sem razão: os mesmos italianos que o ovacionam na Azzurra, são os mesmos que bradam palavras racistas quando ele joga pelo clube, é um separatismo non sense: na seleção esquecem sua cor e ele é italiano, quando não, é um ganense.

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