Acredito que toda população brasileira, ainda não esqueceu o caso, da auxiliar de serviços gerais Claudia Pereira do Rio de Janeiro, que depois de baleada, jogada no porta malas do camburão da polícia foi arrastada, pois o porta malas abriu,  e seu corpo surro no chão por aproximadamente 300 metros. Foi uma vergonha, um crime horrendo cometido pelos policiais.

A polícia carioca e paulista tem imposto, as populações de periferias, humilhações que podemos comparar, com as que os senhores de engenho cometiam com seus escravos e escravas, na época do Brasil Colônia e imperial.

Já havia, em voga,  outro acontecimento, igualmente brutal e humilhante: O caso do pedreiro Amarildo, morto e com o corpo ainda não encontrado. Obtive informações de colegas do Rio e depois de ler uma matéria, no correio Nagô, postada, Enderson  Araujo, não me contive e me senti na obrigação de me manifestar, publicamente, mesmo depois de já ter recebido ameaças, por telefone, em função das criticas que venho fazendo a violência policial, contra a juventude negra no estado de São Paulo.

Segundo conversas e informações das fontes de militantes, os policiais criminosos, chegaram à cena do crime para fazer a reconstituição do caso Claudia, que nem precisava, pois o vídeo mostrou tudo, como se estivem gravando uma cena do filme  tropa de elite 2. Totalmente a vontade, sem algemas e sem monitoramento policial, os bandidos andavam pela comunidade na maior tranquilidade como se estivem fazendo um trabalho de rotina, conversando sorrindo e cumprimentando os policiais responsáveis pela reconstituição do crime e ainda por cima bebendo, pode!

Para o manifestante que quebra uma vidraça do Santander,  que roupa o povo brasileiro, o ano inteiro, já tem lei que puni como quase terrorista. Porém para policiais assassinos, o Estado brasileiro faz de tudo para livrá-los de suas responsabilidades.

Em minha opinião esse tenente da UPP e os demais criminosos policiais mereciam a “força”. Deveriam ser “espancados” em praça pública, até a morte,  para sentirem a dor de uma mãe e de um pai. O povo negro do Rio e de São Paulo tem de se “armar” também e começar a “executar” esses criminosos, que acabam com a nossa juventude negra, que humilha e destroem as famílias de bem e trabalhadoras, apenas porque são negras e moram nas periferias.

Agora temos mais um caso gritante do Dançarino do esquenta   Rafael Douglas,  brutalmente assassinato pela UPP, e o Secretário de segurança do Rio de Janeiro  José Mariano Beltrame, em programa da globo, quinta, 24 de abril, teve coragem de falar de o quanto  teve uma criação rigorosa e dentro de princípios humanos. Fico imaginando se ele não tivesse essa criação?! Estaria pessoalmente praticando os crimes juntos com seus comandados?!

LUGAR DE POLICIAL CRIMINOSO É NA CADEIA E DE SECRETÁRIO OMISSO É TAMBÉM,

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