Comentários de Instituto Mídia Étnica

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Às 9:10 em 10 maio 2012, Rita de Cassia disse...

Obrigada a essa equipe maravilhada por todos nós  que fazemos parte desta Mídia.

Às 17:54 em 19 abril 2012, NADIR NÓBREGA OLIVEIRA disse...

Corretíssima esta afirmativa. Um fato curioso aconteceu comigo  no ano 2000, quando estive pela primeira vez em Dakar. Estava eu numa loja de artesanato e encontrei uma brasileira branca com uma senegaleza. Ela me apresentou e a moça surpresa fez uma pergunta: No Brasil tem negros? A brasileira respondeu que sim e nós concluímos a surpresa dela naquela época  não foi somente pela novela como também pelo futebol.

Às 10:35 em 19 abril 2012, Hamilton Lara disse...

Claro amigos o intercâmbio é uma das melhores ferramentas virtuais que nós comunidade negra temos agora através deste Blog TEREMOS MAIOR VISIBILIDADE COM O NOSSO LEGADO UM GRANDE ABRAÇO MUITO TRI LEGAL TCHÊ!

Às 12:21 em 6 abril 2012, Adelson Silva de Brito disse...

É mais uma Honra a qul pretendo continuar a luta intesificando as minha abordagens intelectuais e a minha particular militnacia para assim servir melhor ao Nosso Povo Africano na Diáspora.

Obrigado.

Às 12:12 em 9 março 2012, maria cristina batista alves disse...

Porque eu tenho chamado a atenção para o correio nagô, aos meus amigos aqui no rio de janeiro, por estar encontrando pessoas ligadas a essa multi mídia , integrada em informar a etnia negra a sua realidade, formas e maneiras de se impor e se valorizar dentro do sistema, dai com tantas informações e a valorização novamente do maior povo negro do país que é o povo da "Bahia", os negros que estão oprimido, mas acessando a internet tem a chance de se sentir forte para uma reação e superação.abraço. 

Às 22:14 em 14 fevereiro 2012, andre costa brisolara cardozo disse...

Isto já era esperado, pois onde se concentra a maior população negra deste país quantos cantores negros aparecem nos meios de comunicação? A falta de cultura, nosso despreparo para o sucesso contra nós vale tudo e os nossos não nos respeitam. Ilusão aquele que acha que os partidos socialistas nos querem como representantantes eles simplesmente fingem que nos querem e nós caimos no conto. Este cidadão deveria ser intimado pelo ministério publico e a emissora é protegida em todos os meios possiveis, em qualquer esfera. Enquanto as Lidranças se deixarem levar por cargos ou sonhar que a SEPPIR tomara providencias seremos os macacos que este cidadão apresentou em seu clipe. O respeito com quem construiu este país se foi e nós continuamos sempre sendo a massa de manobra enquanto isto eles vão nos desmontando e desmoralizando. 

Às 22:42 em 3 fevereiro 2012, Maria Ilza de Souza Teixeira disse...

A escolha do Negro eNegra Malê será adiado por causa da greve da PM.  Provavelmente serádia 12/02.

 

Às 7:02 em 26 dezembro 2011, Caj Carlao disse...

Essa coisa de ficar acusando os homens de viver subjulgando as mulhers, é realmente uma grande sacada, principalmente pra quem almeja entrar, ou permanecer em cargos pubilcos, pois alem de aumentar a rivalidade entre os generos, com a produção da polemica, aliais, pratica muito comum em nossa terra, aumenta vertiginosamente, a popularidade e visibilidade do praticante do ato de acusar. temos que ficar de olhos abertos, desviando sempre dos projetos chamados banana e bolo, pincipalmente no verão, epoca em que em nossas cabeças so rola alegria.

Às 19:19 em 13 dezembro 2011, Maria Isabel (Isa) Soares disse...

Olá Rosivalda. Vivo na Argentina, atualmente em Buenos Aires. A situaçäo dos negros africanos aqui ha passado por períodos de transiçäo entre problemas com africanos vendedores ambulantes nas ruas dessa cidade perseguidos e espancados pela polícia. Há diversas associaçöes de negros africanos que atuam cada vez que ocorre um acontecimento com estas características. Têm conseguido aplacar estas situaçöes protestando frente aos órgäos governamentais e conseguiram diminuir sensivelmente estes atropelos. O que näo significa que haja uma erradicaçäo do maltrato a nivel geral. Também com a impossibilidade de encontrar empregos qualificados, apesar de que alguns deles possuem altas possibilidades pois säo profissionais. Obrigado por compartir suas experiencias. Estamos em contato.

 

Às 2:29 em 4 dezembro 2011, Rosivalda Barreto disse...

AS/OS AFRICANAS/OS E NEGRAS/OS BRASILEIRas/OS EM FORTALEZA

Moro em  Fortaleza e estudo o mestrado em educação no Programa de Pós-Graduação em Educação Brasileira, da Faculdade de Educação na Universidade Federal do Ceará. A Linha de Pesquisa é Movimentos Sociais, Educação Popular e Escola, no Eixo Temático Sociopoética, Cultura e Relações Étnico-raciais. No momento em que fixei residência fui surpreendida com a intensidade do racismo sofrido por negras/os que são confundidas/os cotidianamente com africanas/os e os próprios africanos, somos interceptadas/os, inquiridas/os, xingadas/os e observadas/os cotidianamente. Também tomei conhecimento das condições em que vivem as/os estudantes africanas/os em Fortaleza. Os cubículos em que são obrigados a sobreviver e o crescimento das novas construções de cubículos para receber essas pessoas. Problemas que enfrentam com determinada fonte de fomento de bolsa de estudos as quais demoram até 3 meses para receberem.

Em Fortaleza existe uma rede de propaganda enganosa para trazer africanas/os para estudarem em determinadas faculdades particulares. Algumas se dirigem à Guiné e declaram que essas/es estudantes terão garantia de educação (bolsa de estudos) e moradia chegando a essa capital. Ao chegar à Fortaleza as/os guineenses, moçambicanos e cabo-verdianos enfrentam dificuldades tamanhas: subemprego, moradia inadequada, prostituição entre outras coisas. Tomando como exemplo um guineense que foi obrigado a dormir na rua, porque o vigilante do prédio da faculdade não o permitiu sua entrada durante a noite, mesmo ele mostrando o documento de permissão. Encontrou seus compatriotas daí então encontrou moradia. Essas pessoas se deparam aqui com a dura realidade, sem casa e se submetem a subemprego e moradia desqualificada e coisas piores que não vale a pena citar publicamente, principalmente para evitar retaliações a essas pessoas. Estão sem ter a quem se dirigir para resolver esse tipo de problema. São estrangeiros, e considerados de segunda além de poderem ser perseguidos e denunciados por que como estrangeiros não podem trabalhar. Houve momento em que eram vigiados permanentemente nos Shoppings sem saberem que estavam sendo confundidos como ladrões. Só depois de avisados entenderam a real situação do racismo à brasileira. É a mais nova forma do sistema econômico capitalista racista antinegro se manter.

O Brasil não resolveu a chaga crônica do racismo de sua sociedade, creio que por isso deveria deixar de proclamar esses acordos entre países africanos e o Brasil. Não devemos tratar mal pessoas que convidamos para estudar aqui. Um estudante da Guiné-Bissau me disse que os seus pais tratam bem brasileiros que vão a seu país crendo que seus filhos receberão o mesmo tratamento no Brasil, chegando aqui se deparam com tal humilhação! Creio também que deve haver um empenho do Movimento Negro para verificar essa situação no Brasil e se solidarizar com as/os africanas/os no Brasil. Há 4 meses uma mãe veio à Fortaleza buscar o cadáver de seu filho para sepultar em Cabo Verde. Daí em diante fiquei atenta e percebo que essa situação não deve ser específica de Fortaleza, visto que nosso país é racista, deve ocorrer essa problemática em outras capitais onde existem estudantes africanas/os, pelas notícias veiculadas pela mídia no que toca a violência e racismo.

Meu filho, todos os dias as pessoas dizem que ele não é negro. Que negro é aquele negão da África. No curso de pré-vestibular o professor disse: você escreve melhor que os brasileiros. Perguntaram ainda se ele é naturalizado, se quer estudar na UNILAB e que não sabia que existia gente de sua cor no Brasil. Perguntam aos africanos se eles tem um leão amarrado no fundo do quintal ou se viajaram de ônibus da África ao Brasil. Uma pessoa conversou comigo e se despediu convicta de que eu sou africana. Não ouviu o meu sotaque de baiana. Uma colega de doutorado foi agredida verbalmente na Avenida da Universidade. Um homem parou o carro nessa rodovia para gritar em alto e bom tom que ela é uma negra feia. Logo o problema passa por nós e se estende as/os africanas/os e é preocupante!

 

Às 18:48 em 25 novembro 2011, Denísia Martins disse...

“Cantando e Contando a História do Samba”

 

A Fundação Cultural Palmares realizará, nos dia 01 e 02 de dezembro, o primeiro seminário do projeto “Cantando e Contando a História do Samba” nas cidades de Belo Horizonte. No próximo ano, serão promovidos mais 09 (nove) seminários em diversos estados brasileiros, que abordarão a História e a Cultura afro-brasileira, por meio da centralidade da cultura: a dança, a música, a religião, a arte, os ritos, as tradições.

 

Assim, no intuito de construir uma prática pedagógica que destaque o negro como sujeito ativo na construção de nossa sociedade, visando promover ações afirmativas e educativas de combate ao racismo e às discriminações, a Fundação pretende realizar este ciclo de seminários.

 O seminário será composto por palestras, debates, mini-cursos com abordagem das temáticas relativas às leis, relato de experiências exitosas apresentadas pelo público e apresentações culturais.

 A FCP pretende que a realização dos seminários atue como instrumento teórico e metodológico dirigidos a professores, educadores, pesquisadores, estudantes universitários, gestores públicos, acadêmicos, movimentos sociais e entidades afins, com a finalidade de aplicar a experiência educativa e pedagógica do projeto Cantando e Contando a História do Samba, de autoria da Associação Musical Artística e Cultural – AMAC, na rede de ensino da Educação Básica, ampliando a equipe de multiplicadores e facilitadores.

 

Os Seminários contribuirão para a implementação da Lei 10.639/2003 e da Lei 11.769/2008 - que dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica - buscando a inclusão da questão racial na escola, compreendendo, na prática pedagógica, que todas as identidades se constroem e se manifestam ao longo do processo social e de formação humana. Estes terão a duração de dois dias e serão realizados em 10 (dez) estados brasileiros. Cada seminário terá a participação direta de 160 professores, educadores, pesquisadores, estudantes universitários, gestores públicos, acadêmicos, movimentos sociais e entidades afins.

Essa atividade busca valorizar a importante história social do samba, a partir da sua memória musical, e tem como objetivo promover o desenvolvimento de uma integração social, o bem estar e a construção de uma cultura de paz.

O Cantando e Contando a História do Samba foi desenvolvido para professores das diversas áreas do conhecimento, de escolas da rede pública e particular, para oferecer a estes profissionais estratégias de intervenção pedagógica que favoreçam a construção de atividades lúdicas com base na musicalidade rítmica do samba, e abrange o conhecimento sobre a história da África e a importância da cultura afro-brasileira.

Histórico - O projeto foi realizado em mais de 93 escolas do estado de Minas Gerais, envolvendo cerca de 2.880 professores e 79.600 alunos. Ganhador do Prêmio Educar para a Igualdade Racial - Experiências de Promoção da Igualdade racial/étnica no ambiente escolar, instituído pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdade -CEERT/SP, recebeu apoio da Fundação Ford, da Coordenadoria Assuntos da População Negra da Prefeitura de SP, SESC/SP, UNESCO e UNICEF.

 

Idealizado pela educadora Elzelina Doris, o projeto trabalha a formação educacional com base na pluralidade cultural e na diversidade humana. A Equipe pedagógica responsável pela metodologia é constituída por especialistas em pedagogia, filosofia, história, arte-educação, direitos humanos, com competência técnica para atuar em processos pedagógicos, educativos e sociais.

 

 

A realização do Cantando e Contando a História do Samba faz parte de uma série de atividades propostas pelo Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da Fundação Cultural Palmares, com objetivo de ampliar o diálogo com a sociedade civil e demais órgãos dos Governos Estaduais e Federal, que reconheçam e promovam os direitos humanos, os valores éticos, o reconhecimento da diversidade de manifestações culturais de matriz africana, a inclusão e a cidadania cultural. Essas ações estão em conformidade com as diretrizes formuladas pelo Fórum Nacional dos Direitos da Cidadania do governo da presidente Dilma Rousseff. 

 

Conheçam melhor o projeto Cantando e Contando a História do Samba

Às 11:52 em 24 novembro 2011, Arygil Cerqueira disse...

PARABENS MOÇADA E A LUTA NÃO PARA ,MESMO COM ALGUNS EQUIVOCOS QUE

 NOS RODEIAM DIA A DIA

Às 8:35 em 11 novembro 2011, magno guimaraes disse...
 No próximo dia 12 de novembro (Sábado), a coordenação Nacional de Entidades negras-Conen estará realizando a sua 3° feijoada politico cultural, o evento acontecerá na Praça das artes no Pelourinho. A feijoada símbolo da culinária nacional está diretamente ligada à presença do negro em terras brasileiro, sendo um prato resultado da fusão de costumes alimentares europeus e dos povos africanos. Entendendo sua simbologia a feijoada da Conen é um momento de confraternização e cultura entre a entidade e pessoas que atue na construção de uma sociedade igualitária.

A Feijoada sócio-política e cultural da Conen, ocorre pelo seu terceiro ano consecutivo e vem se consolidando como  um momento de confraternização e reflexão sobre a realidade da população negra no Brasil. A Conen é uma organização que nasce no início da década de 1990 ,marcando o fortalecimento da articulação das organizações que buscam a unidade de ação no debate racial. Mantendo a autonomia e o caráter suprapartidário da participação política das organizações negras, a Conen tem se posicionado durante todos estes anos a favor do empoderamento  e participação politica  da população na luta por um Brasil sem racismo, machismo, preconceito e discriminação de qualquer natureza.

Ao completar 20 anos de existência, a Conen possibilitará a seus convidados presentes a sua 3° feijoada  refletir sobre a importância do poder para a mulher e em especial para a mulher negra, a qualificação do jovem negro na copa de 2014 e o  significado do ano do Afrodescendente para a população brasileira. Toda esta atividade contará com artistas locais que vem animando e possibilitando um momento único de reflexão e alegria para a população soteropolitana durante todos os anos de existência da organização.

 Observação terá Certificado com carga horaria de 12 horas.

O que: Feijoada sócio – político  – cultural da CONEN

 Quando: 12 de novembro de 2011

 OndeAuditório da Praça das Artes - Pelourinho (Entrada Portão em Frente à Sede do Olodum)

Horário: A partir das 9 hs da manhã

Valor: Gratuito

Informações: Jussara Santana-71-8776-4388 \ Gilberto Leal -71-9982-9116 \ Cristiano Lima – 71-87193114/Magno  Guimaraes-71-88791863-71-91437277

 

Às 11:44 em 9 novembro 2011, Maria Izabel Nascimento Muller disse...

Oi Amigos!

Obrigada pelo convite.Sou Maria Izabel Nascimento ,brasileira baiana. Convido a voces para darem uma olhadinha no meu blog.Depois de lerem o conteudo postarem uma mensagem. Desde ja agardeco a atencao de voces.Abcs, Izabel

endereco: http://contosdefadasafrobaiano.blogspot.com

Às 23:43 em 3 novembro 2011, Arygil Cerqueira disse...

AI MOÇADA ANO DOS AFRODESCENDENTES E OUTRAS MILONGAS MAIS(ESSA É SÓ PRÁ QUEM TEM NEGOCIO ) VAMOS AGORA ARREGAÇAR AS MANGAS EM PRÓ DOS NOSSOS IRMÃOS QUILOMBOLAS NA QUESTÃO ENVOLVENDO A MARINHA CHAMEMOS AGORA CARLINHOS BROWN ,MARGARETH MENEZES,DANIELA MERCURY,IVETE SANGALO,MAGARY... AGORA É QUE EU QUERO VER

ARYGIL(PEDALANDO PELA SOBREVIVENCIA E POLEMIZANDO MESMO)    

Às 1:06 em 1 novembro 2011, Rosivalda Barreto disse...

Amanhã acontecerá uma caminhada dos estudantes caboverdianos e guineenses. Participarei desse evento e certamente postarei algo relacionado a essa caminhada e á forma como nós negros somos vistos em Fortaleza. Se esses estudantes permitirem postarei também uma imagem.

Às 6:26 em 30 outubro 2011, Rosivalda Barreto disse...
Gente precisamos tomar cuidado! O Brasil está celebrando convênios com países africanos com bolsas de estudos e estão morrendo muitos africanos e sendo desrespeitados cotidianamente. Estudo em Fortaleza e vejo isso com muita frequência. Como pessoas comprometidas devemos denunciar e cobrar dos órgãos públicos respeito pela população negra. Se há racismo antinegro no Brasil precisamos fazer com que essa sociedade se cure dessa ferida que se tronou crônica para podermos receber pessoas negras de outros lugares.
Às 21:18 em 27 setembro 2011, agnusdois disse...

Nota sobre o assassinato do estudante africano Toni Bernardo da Silva

A Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira) do Distrito Federal se manifesta com pesar e indignação diante da notícia da morte do estudante africano Toni Bernardo da Silva, natural de Guiné-Bissau, ocorrida em 22 de setembro, quando foi espancado em Cuiabá, capital de Mato Grosso. Fato que esperamos seja investigado com rigor e celeridade.  

Toni veio ao Brasil na condição de bolsista de programa de intercâmbio oferecido pelo Governo brasileiro a jovens de vários países africanos. Era estudante de Economia na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

De acordo com informações publicadas pela imprensa, Toni foi assassinado depois de uma briga numa pizzaria da cidade. Pessoa tida pelos amigos e colegas como pacífica e amável, o estudante não tinha histórico de violência e sequer conseguiu reagir ao espancamento.

A agressão, conforme testemunhas, teria sido motivada por intolerância racial, a exemplo de outros episódios, como o ocorrido aqui na Universidade de Brasília (UnB), onde apartamentos de estudantes africanos foram incendiados.

Toni é membro de uma comunidade de cerca de 20 estudantes africanos em Mato Grosso, a maioria de Guiné-Bissau, seu país de origem. 

A Cojira-DF reforça as denúncias de mais este ato covarde de intolerância racial em nosso país e solicita às autoridades de Mato Grosso e aos organismos federais rigor na apuração e punição de mais este crime hediondo.

Às 14:30 em 17 setembro 2011, Ariana da Silva Mattos disse...
Devemos progredir na nossa luta contra o racismo quem sabe um dia poderemos dizer que vivemos em uma sociedade justa.
Às 8:17 em 17 setembro 2011, Everaldo veloso rezende disse...
maravilha é esse projeto em todos os sentidos fico satisfeito por estar com voces

Translation:

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