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Além de homofóbico e dizer que "não entraria em um avião pilotado por um cotista", o deputado do PP-RJ faz associação entre mulheres negras e promiscuidade. Matéria do CQC da Band.
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Comentário de Instituto Mídia Étnica em 29 março 2011 às 20:30
O deputado Luiz Alberto (PT-BA) entrou com uma representação no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Federal e no Ministério Público contra o também deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) pelas declarações "racistas e homofóbicas" proferidas durante o quadro "O Povo quer Saber", do programa Custe o Que Custar (CQC), da Rede Bandeirantes, na última segunda-feira, 28 de março. Luiz Alberto também pretende pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de investigação criminal pela prática de crime de racismo.
No programa, o deputado Bolsonaro, ao responder diversas perguntas, entre elas uma da cantora Preta Gil, que o questionou sobre sua postura caso um de seus filhos namorasse uma mulher negra, disse que "seus filhos não cometeriam essa promiscuidade, pois receberam uma boa criação" e que não andam com pessoas do convívio da cantora. O parlamentar disse ainda que seu filho jamais seria homossexual, pois o mesmo havia recebido "boa educação".
"Esta Casa precisa deixar de tratar o deputado Jair Bolsonaro como um folclore. Esse deputado que se referiu a uma artista, mulher negra, a Preta Gil, de forma preconceituosa, várias vezes, aqui deste microfone, já pediu o fechamento do Congresso Nacional. Então, a Casa não precisa e não pode mais tratá-lo como um folclore. Essa questão precisa ser tratada como algo muito grave", protestou o deputado Luiz Alberto, presidente da Frente Parlamentar Mista pela Igualdade Racial e em Defesa dos Quilombolas.
Luiz Alberto lembrou também de outro recente episódio envolvendo declarações racistas de parlamentares: "Ontem, foi o deputado Júlio Campos (DEM-MT) que se referiu ao único ministro negro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, como ‘aquele moreno-escuro'. Ou seja, repete-se diariamente a atitude racista. Recordo aqui que o racismo é crime"! "Não se deve tratar um crime imprescritível, inafiançável, portanto grave, como se não o fosse. Esse Deputado terá que responder, pe
Comentário de Instituto Mídia Étnica em 29 março 2011 às 19:23
Comentário de Magnolia Moura em 29 março 2011 às 18:28
Comentário de Alberto Jorge Rodrigues da Silva em 29 março 2011 às 18:15 Esse tipo de discurso machista, homofóbico, racista, preconceituso só me traz uma certeza: esse senhor é um gay mau resolvido, que tem uma inveja lascada das bibas pelo fato delas poderem fazer o que ele não pode por conta de suas próprias convicções adquirídas em um período militar.
O homem que diz sou, não é!
A dialética é quem afirma, a psicanálise pra lá de confirma e o Bolsonaro é a prova viva da afirmativa.
O que ele busca é realmente isso: fazer fuá e se auto-promover.
Logo, logo ele fará parte da história do Brasil, não como herói, mas como lixo.
Os ridículos também entram para a história. Que diga o Jânio Quadros.
Comentário de Miguel Arcanjo dos Santos em 29 março 2011 às 18:03 Sem querer defender este sujeito mas acho que ali houve, sim, um mal entendido.
Ele foi perguntado sobre cotas raciais e respondeu que é contra e ainda disse que não se sentiria seguro em ser operado por um médico que tivesse entrado por cotas ( não sei se ele se referiu a um concurso para médicos em hospital público ou cotas na universidade ).
Depois houve uma pergunta que o questionou sobre se já havia tido um superior hierárquico negro, algo que, supostamente, tem a ver com a exclusão racial e com a necessidade de cotas para a correção desta mesma exclusão. Ele disse que "nem reparava nessas coisas".
Depois vem a pergunta da Preta Gil sobre hipotéticos relacionamentos inter-raciais de seu filho, o que, convenhamos, não tem nada a ver com o contexto das cotas, de ser contra ou favor, pois ser anti-cotas raciais não significa que o sujeito é racista. Ele disse que seu filho jamais teria um relacionamento pois não foi criado em ambiente de promiscuidade.
Acho que ele confundiu a pergunta genérica sobre relacionamento inter-racial com a possibilidade específica de seu filho, que talvez seja casado, de namorar a Preta Gil que, segundo ele, foi criada em um ambiente promíscuo de maconheiros da MPB.
Preta Gil é bissexual assumida, já disse que fez sexo grupal, seu pai parou de fumar maconha a pouco tempo. Tudo que os nazi-fascistas de extrema-direita ( e tb comunas da velha guarda ) abominam.
Penso que as associações afro-brasileiras não devam entrar nessa de processar este cara pois tá parecendo uma cilada do sistema midiático ( lembrem-se que o humorista do CQC Danilo Gentili já entrou em atrito por conta de supostas piadas racistas ) para desmoralizar o movimento negro anti-racista.
Não estou afirmando que ele não é racista e que o sistema e a odem defendida por ele não o sejam. Apenas estou alertando para a s armadilhas da mídia burguesa para desacreditar o movimento negro anti-racista.
Comentário de Paulo Rogério em 29 março 2011 às 17:51 Sinceramente esse deputado já passou de todos os seus limites.
Ele precisa ser enquadrado.
so em pensar q um cara desses esta no poder, pai presente coitado dos filhos dele.
e lamentavel isso
Comentário de Instituto Mídia Étnica em 29 março 2011 às 17:31
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