Jovens quilombolas de Ilha de Maré (BA) e comunicadores periféricos estiveram juntos, em Salvador, para discutir estratégias de apropriação das tecnologias e empoderamento econômico das comunidades.
Como, por exemplo, um debate sobre a experiência da Agência Popular de Cultura Solano Trindade que criou um banco comunitário na periferia de São Paulo e já mobilizou mais de 200 mil reais com sua moeda própria. O grupo também lançou recentemente a plataforma Observatório Popular de Direitos, usando a tecnologia VOJO lançada no Brasil pelo Portal Correio Nagô do Instituto Mídia Étnica. Com a tecnologia, jovens das comunidades de São Paulo estão reportando via celular, sem internet, as violações de direitos humanos em seus territórios. O evento foi uma realização do Instituto Mídia Étnica com apoio do Participatório.


Edição e Imagens - Rosalvo Neto

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Comentário de Margareth Maria de Lima em 17 abril 2014 às 15:23

    A periferia tem muita a  contribuir  com  essas  tecnologias, parabéns  

Comentário de BRUNO IGOR RODRIGUES em 17 abril 2014 às 11:52

Puxa, muito interessante este projeto de notícias e moeda propria!

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