Neste novembro, mês da Consciência Negra, é mais um momento prestar homenagens para aqueles que com mãos negras construiíram o Brasil.Veja esse vídeo que está circulando na Internet. Música "Sentinela" de Milton Nascimento, cantada por ele e Nana Caymmi.

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Comentário de Marcus Aleixo em 15 novembro 2012 às 9:25

O IBGE NUNCA AFIRMOU QUE "PARDO" SEJA UMA CATEGORIA QUE AGRUPE IDENTIDADES ORIGINÁRIAS DE MISCIGENAÇÃO.. O BRASIL INTEIRO É MISCIGENADO, E SE “PARDO” FOSSE A CLASSIFICAÇÃO DOS MISCIGENADOS, TODOS OS BRASILEIROS SE DECLARARIAM ASSIM... ATÉ OS BRANCOS.

OFICIALMENTE A POPULAÇÃO NEGRA DO BRASIL É A SOMA DOS AUTODECLARADOS 'PRETOS' E 'PARDOS', E ESTA VERDADE TEM BASE EM ESTUDOS DE ANTROPÓLOGOS, DEMÓGRAFOS, CIENTISTAS SOCIAIS E OUTROS PESQUISADORES QUE NÃO TEM NENHUM VINCULO COM O MOVIMENTO NEGRO.. “PARDOS” SEMPRE FIZERAM PARTE DA POPULAÇÃO NEGRA DESTE PAÍS DESDE QUE ESTE TERMO FOI USADO PELA PRIMEIRA VEZ NO CENSO DE 1872, OU SEJA, MUITO ANTES DO SURGIMENTO DO MOVIMENTO NEGRO!!!

ACONTECE QUE ALGUNS PALHAÇOS QUEREM CAUSAR SEPARATISMO NA POPULAÇÃO NEGRA DIZENDO QUE “PARDO” NÃO É NEGRO, E UTILIZANDO ESTE TERMO COM O SENTIDO DE MESTIÇO, MAS NEM EXISTE NO BRASIL A CLASSIFICAÇÃO MESTIÇO OU MISCIGENADO.

A maioria das famílias NEGRAS do Brasil tem diferenças de tons de pele; eu mesmo sou bem mais escuro que a minha irmã. Ela tem a cor ‘pardo’ (inclusive na certidão de nascimento) e eu tenho a cor ‘preto’ na minha certidão. Somos filhos do mesmo pai e da mesma mãe, que são ambos NEGROS.

O IBGE NUNCA AFIRMOU QUE "PARDO" SEJA SINÔNIMO DE MULATO, CAFUZO, MAMELUCO OU CABOCLO!!!

Comentário de Marco Antonio Soares em 12 novembro 2012 às 18:49

"Alguns espertalhões lá do Amazonas se apoderaram do termo ‘pardo’ pra usar esta palavra como se ela significasse mestiço, mas nem existe no Brasil a classificação ‘mestiço’.. A declaração ‘pardo’ é uma declaração de COR; pardo não é um grupo étnico-racial, mas simplesmente uma cor."

O IBGE é bem claro: pardo é quem asinala a cor ou RAÇA parda ou se declara mulato, mameluco, cafuzo, caboclo, etc.... . Portanto, é uma categoria que expressa bem as representações que os brasileiros fazem acerca de atribuições étnico-raciais. O que não está de acordo com essas representações é a categoria "preto", pois não é generalizado entre nós este termo enquanto apropriação nativa das construções históricas do pertencimento afro-brasileiro. Neste caso, sim, é só uma cor ou idéia de "negro puro sangue".

"Eu não disse que o movimento negro estipula raças, e nem sei de onde pode ter surgido essa idéia. Mas segundo estudos de antropólogos, sociólogos, demógrafos e outros pesquisadores BRASILEIROS, o Brasil é um país de maioria negra (que é a soma dos autodeclarados de cor preta e de cor parda). É o país com a maior população de negros fora do continente africano.. E eu continuo sem saber o que é que os EUA tem haver com isso!"

O que 'estudiosos" militantes de uma causa dizem ou deixam de dizer não tem importância nenhuma. São estelionatários das relações raciais já desmascarados.

Comentário de Marco Antonio Soares em 12 novembro 2012 às 18:28

Pela enésima vez: Pardo não é e NUNCA foi sinônimo de mestiço!!

Pardo não é mestiço, até porque mestiço são quase todos os brasileiros, negros, brancos,amarelos e até índios. Pardo é a categoria censitária que agrupa as identidades originárias da miscigenação histórica brasileira. Elas existem e não adianta o movimento negro do governo federal arbitrar que não, a revelia de tudo. Querem implantar a classificação bi-racial no Brasil mas sabem que um critério objetivo como a ancestralidade inviabilizaria as cotas. Daí vem com essa palhaçada de pretos + pardos=negros.

Comentário de Rafaela Vipper em 11 novembro 2012 às 17:01

A questão é ser ou não ser negro??? Afinal, o que é ser negro: é pela quantidade de melanina contida na pele? É uma questão de descendência? Ou seria uma questão de consciência? Independente da tonalidade da pele pessoas são discriminadas por vários fatores! No Brasil, se você não tem dinheiro ou não pertence à elite você é discriminado. Agora, o que chama a atenção nesse vídeo é que muita gente não conhece as pessoas nele citadas, o que é uma pena, pois eles e elas contribuíram para a formação da cultura brasileira, sendo na música, na literatura, na política... Isto é o que deve ser pensado. Fico triste quando leio um livro de História do Brasil e vejo que os negros só têm um capítulo especial quando o assunto é escravidão. Será que o negro só vai ser protagonista nesta parte da História?

Comentário de Paulo Cunha em 11 novembro 2012 às 16:13

Pela enésima vez: Pardo não é e NUNCA foi sinônimo de mestiço!!

Alguns espertalhões lá do Amazonas se apoderaram do termo ‘pardo’ pra usar esta palavra como se ela significasse mestiço, mas nem existe no Brasil a classificação ‘mestiço’.. A declaração ‘pardo’ é uma declaração de COR; pardo não é um grupo étnico-racial, mas simplesmente uma cor.

Eu não disse que o movimento negro estipula raças, e nem sei de onde pode ter surgido essa idéia. Mas segundo estudos de antropólogos, sociólogos, demógrafos e outros pesquisadores BRASILEIROS, o Brasil é um país de maioria negra (que é a soma dos autodeclarados de cor preta e de cor parda). É o país com a maior população de negros fora do continente africano.. E eu continuo sem saber o que é que os EUA tem haver com isso!

Comentário de Marco Antonio Soares em 9 novembro 2012 às 19:03

Mais de 90% dos brasileiros de cor parda pertencem oficialmente à população NEGRA(ou afrodescendente)

Baixou o Hitler no sujeito. Agora os brasileiros pertencem oficialmente cada um a uma raça e quem estipula quais raças são válidas ou não é o movimento negro.

.Como eu já disse em outro comentário ,o sangue africano dos pardos faz deles negros também! É uma ignorância dizer que o padrão brasileiro desconsidera a ancestralidade; o padrão brasileiro considera a cor e a ancestralidade.

Sendo "raça" uma construção sócio-histórica o pertencimento de cada pessoa tb é forjado por uma construção individual que se dá na trajetória de vida pela composição de vários elementos ( ancestralidade, fenótipo, o se ver e os ser visto enquanto tal no âmbito social, reconhecimento dos pares etc... ). Ninguém vai arbitrar a extinção dos pardos-mestiços no Brasil e impor a eles a identidade negra a não ser que seja para alavancar os discursos pró isso e pró aquilo, porque na realidade cotidiana tá muito longe de acontecer aqui o que ocorre nos EUA. As circunstãncias históricas nos legaram relações e identidades diferentes, gostem ou não.

Comentário de Marco Antonio Soares em 9 novembro 2012 às 18:44

De acordo com a REALIDADE biológica da raça humana, não existe raça mulato, caboclo, cafuzo e nem mameluco.. Temos no Brasil os NEGROS de cor parda, que são a maioria; e os “pardos” de ascendência indígena, que são aproximadamente 4% da população que se declara com essa cor.." 

Com quem os ativistas do MN estão debatendo relações raciais ? Com neonazistas ? Só ´pode, para alguém vir falar em "realidade biológica da raça". Raça é iuma construção social historicamente verificada, sem nenhum fundamento biológico, portanto, negar a identidade dos mestiços brasileiros em nome de um determinismo ancestral "one drop rule", ou baseado num padrão fenotípico não-branco que já se mostrou tb não-negro nas diversas oportunidades em que pardos foram barrados nas cotas, beira ao delírio das leis de Nuremberg em que uma pessoa era classificada como judia com base na geneologia, mesmo não tendo nehuma ligação identitária com a comunidade judaica. E de onde sairam essas estimativas de tantos por cento de pardos são afros e outros tantos ( míseros 4% ) são índio-descendentes ? Gostaria de ter acesso a este estudo .

Comentário de Paulo Cunha em 7 novembro 2012 às 21:46

Mais de 90% dos brasileiros de cor parda pertencem oficialmente à população NEGRA(ou afrodescendente) .Como eu já disse em outro comentário ,o sangue africano dos pardos faz deles negros também! É uma ignorância dizer que o padrão brasileiro desconsidera a ancestralidade; o padrão brasileiro considera a cor e a ancestralidade. Prova disso é que existe os negros de cor parda, que são a maioria; e os “pardos” de ascendência indígena ,que são mais ou menos 4% da população que se declara com esta cor. Pardo não é uma categoria separada das outras.Acontece o seguinte; alguns espertalhões agiram de acordo com o famoso jeitinho brasileiro se apropriando da palavra “pardo” pra usar esta palavra como se ela significasse mestiço ;mas no Brasil não existe a classificação mestiço e nem multirracial.

Comentário de Paulo Cunha em 7 novembro 2012 às 21:45

De acordo com a REALIDADE biológica da raça humana, não existe raça mulato, caboclo, cafuzo e nem mameluco.. Temos no Brasil os NEGROS de cor parda, que são a maioria; e os “pardos” de ascendência indígena, que são aproximadamente 4% da população que se declara com essa cor.. Hipocrisia da grossa é tentar transformar uma simples cor de pele num grupo étnico-racial. .É o jeitinho brasileiro que as elites sempre usaram pra nos dividir ,dizendo que o NEGRO mais clarinho não é negro ..Que ridículo!!

Comentário de Marco Antonio Soares em 6 novembro 2012 às 21:57

"Em relação às cotas, acontece o seguinte no Brasil ; o negro (preto ou pardo) é facilmente identificado quando é pra discriminar, mas quando é pra proporcionar reparação por injustiças sociais , todos apelam para a pureza racial pra não ter que conceder ao negro o acesso a uma política pública de afirmação de direitos."

Quanta hipocrisia! Tudo que o movimento negro aliado do governo entreguista quer é excluir os pardos ( mulatos, caboclos, cafuzos e outros ) das ações afirmativas e assim preservar os privilégios da elite branca.

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