Vídeo: salão de beleza nega-se a cortar cabelo de criança negra

Vídeo com a jornalista Márcia Guena sobre discriminação racial em salão de beleza na cidade de Salvador, Bahia. Seu filho de 06 anos teve o serviço de corte ...

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Comentário de anita de jesus costa em 1 outubro 2010 às 12:08
Vc et certa Marcia, Procurar seus Direitos..Pricipalmente quando se trata
de uma Criança...
Comentário de Messias Diniz em 29 setembro 2010 às 22:58
COMPLETO EQUÍVOCO. Assistindo ao video da Márcia, percebo que existe má fé em seu relato e, quiçá, uma intenção perversa. Haja visto que o profissional em questao fez referencia alguma sobre a cor da pele ou textura do cabelo da crianÇa. Cada pessoas tem suas competências e limitacoes. Repudio todas as formas de descriminacao quando realmente há.
Comentário de luiz claudio bahiense rocha em 29 setembro 2010 às 21:20
Muito bem Marcia!!! É um debate longo e tenho certeza que a justiça prevalece-rá! Seu filhinho tem a sorte te ter uma mãe politizada como vc, parabéns!! RACISMO NÃO!!!!
Comentário de Dalise Figueiredo em 28 setembro 2010 às 15:50
Até quando veremos isso, justo na Bahia, estado de maior porcentagem negra, isso é ridículo, verdadeiro absurdo.
Comentário de paulo alves em 28 setembro 2010 às 13:16
Nossa! a professora acaba de fazer uma denuncia inacreditável, e justo na Bahia! quém diria de uma cituação desta no Estado mais Negro do Brasil.
Comentário de Luciene Assunção em 27 setembro 2010 às 13:29
É gente, as palavras de Patricia tem que servir de reflexão. Mas da minha parte chega de ipob.....
Comentário de Patrícia Bernardes em 27 setembro 2010 às 12:44
+ esse Correio Nagô é ÓTIMO viu?

É Liberdade de Expressão SEMPRE!
Por que sempre temos que vislumbrar situações "GRANDIOSAS" de racismo e violência pessoal ? Será mesmo que no ápice de sua carreira profissional uma mãe iria expor seu nome e seu filho por auto promoção? Na Bahia estamos convencionados a pautar "detalhes" nas agressões para caracterizar racismo em esferas jurídicas...Isso é uma pena .
Atualmente nós somos chamados de "povo exótico, de cabelos étnicos e de religião de matriz africana". Nomeclaturas estas substitutivas de "neguinha do cabelo duro e chegada em uma macumba".
Precisamos ter cuidado sim com as nossas denúncias de racismo...porém só existem co-relação de racismo em situação extrema? E os atos de racismo "subliminares"?
A situação aqui não é puramente ter ou não capacitação para cortar um cabelo de uma criança nem tão pouco estabelecer um serviço prestado associado ao "modismo" relacionado ao negro. Creio que ela visualizou o racismo como uma cidadã materna. Quantos processos judiciais são respondidos quando uma manicure negra não sabe fazer um procedimento estético para uma rica empresária negróide ( miscigenação do negro + branco ariano). ? Isso não é divulgado...
Aspectos jurídicos com relação ao negro ainda é levado em "banho maria" , é muito delicado...Acompanho casos assim há 8 anos e FATALMENTE somos aconselhodas(os) a repensar. Por quê? Agressão Moral vai além do que nós possamos imaginar.
Queremos discutir nossos direitos porém o discurso agressivo já nos afasta de Entidades Legais que regularizam e norteiam nossa mente nesta hora.
Nossos antepassados eram cautelosos nas reuniões nas Senzalas...Por que não verificamos as estratégias deles de forma unificada?
Cada um sabe onde " o sapato" está lhe apertando mais...É hora de falar...Existirá sempre um filtro judicial quanto a nós negros...contudo é hora de falar sim.

Axé de Paz...
Minha humilde colaboração...

Patrícia Bernardes
Comentário de Patricia sANTOS em 27 setembro 2010 às 11:43
Olá,
é um absurdo esta denuncia da Professora Marcia, é inadmissivel a acusação pois profissional que ela acusa de racismo ,é pai de tres filhos negros e viuvo de uma negra maravilhosa que hj já nao está mais entre nós ...e ficaria envergonhada de tamanha injustiça.
Devemos ter cuidado com acusacões deste tipo uma vez que são atitudes que comprometem profissionais e sua vida particular.As manifestações realizadas no shoping tem cunho de perseguição e auto promoção de uma pessoa que mobiliza entidades serias baseada numa denuncia vazia.
Por fim pelas palavras da Sra Marcia Guena percebe-se que não houve racismo.
Comentário de Luciene Assunção em 27 setembro 2010 às 10:02
Olá! O aspecto central da minha discussão é se atribuir racismo a todos os movimentos e falas na atualidade. Incompetência não significa racismo. Temos que tomar muito cuidado para não se banalizar algo tão sério quanto essa e tantas outras questões discriminatórias. Como vai ter processos, vamos ver como vai ser interpretado no âmbito jurídico, no meu, pela leitura da fala da Márcia não vi racismo.Só isso...
Luciene Assunção da Silva
Comentário de surama caggiano em 27 setembro 2010 às 9:19
Quanto ao comentário abaixo, me manifesto da seguinte forma: um sãlão de cabeleireiro tem que ter profissionais prontos para qualquer tipo de cabelo, seja ele de índios, brancos, negros, asiaticos, orientais... enfim. Moda? desde quando usar cabelo black é moda? Se o salão não tinha preparo para pentear o cabelo de uma pessoa por ser black, pelo amor de Deus! quem não tem competência que não se estabeleça! Pode ser que não tenha sido mesmo a intenção do racismo e sim incompetência profissional, mas a forma como foi dirigida a situação, não deixa dúvidas! Lamentável termos que discutir em pleno séc 21 questões como esta.

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