A "alma não tem cor"? O crime no Carrefour responde que a dor tem

"O que está adiantando toda a nossa luta?"

Este é o desabafo da cineasta gaúcha Camila Moraes (O Caso do Homem Errado), diante das cenas brutais da morte de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, na noite de ontem, após ser agredido por dois homens brancos, um segurança e um policial militar, no supermercado Carrefour, na zona Norte da capital gaúcha.

Pelas imagens que circulam é fácil comparar o assassinato de João Alberto com a tortura e morte de George Floyd, em Minneapolis (EUA), que gerou comoção mundial, inclusive aqui no Brasil.

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